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Imagem referente a Prefeitura libera terreno e 112 casas populares vão sair do papel no Cascavel Velho

Prefeitura libera terreno e 112 casas populares vão sair do papel no Cascavel Velho

O projeto, realizado por meio da Cohavel (Companhia de Habitação de Cascavel), será viabilizado em parceria com a Caixa Econômica Federal e a Associação Habitacional de...

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Por Katiane Fermino

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A Prefeitura de Cascavel autorizou, nesta quinta-feira (11), no Paço Municipal, a construção de 112 novas unidades habitacionais destinadas a famílias de baixa renda.

O projeto, realizado por meio da Cohavel (Companhia de Habitação de Cascavel), será viabilizado em parceria com a Caixa Econômica Federal e a Associação Habitacional de Interesse Social (Amasmi), dentro do programa federal Minha Casa, Minha Vida – Entidades, que utiliza recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS).

As novas moradias serão edificadas no Loteamento Presidente, localizado no bairro Cascavel Velho, em terreno doado pela Prefeitura. Além da cessão da área, o Município concedeu isenção de impostos municipais para facilitar a execução da obra, que terá investimento estimado em mais de R$ 20 milhões, provenientes do governo federal.

Durante o evento de autorização, o prefeito Renato Silva ressaltou a importância da união entre os governos federal, estadual e municipal para enfrentar o déficit habitacional do município.

“Cada um faz a sua parte e, juntos, conseguimos garantir um teto para as famílias que mais precisam. Temos ainda vários terrenos disponíveis e, sempre que possível, nossa prioridade é destiná-los para habitação. Queremos povoar ainda mais o município de Cascavel, preferencialmente em áreas próximas ao centro, para facilitar o acesso ao transporte, à segurança, à saúde e à educação. Esse é o nosso trabalho e o nosso desejo: avançar cada vez mais para reduzir o déficit habitacional e dar dignidade às famílias cascavelenses”

Renato Silva

Segundo dados da Cohavel, com este novo contrato, Cascavel se aproxima da marca de 2,5 mil unidades habitacionais viabilizadas na atual gestão, entre as já entregues, as em andamento e as contratadas. Apesar do avanço, o déficit habitacional permanece como uma das principais demandas da população. A proposta do programa federal, somada à contrapartida municipal e à atuação da Amasmi, busca oferecer uma solução concreta a famílias organizadas que vivem em situação de vulnerabilidade e não possuem imóvel próprio.

O presidente da Cohavel, Henrique Milani, destacou o impacto positivo do investimento.

“Além de garantir moradia digna, essa obra está sendo construída em uma área que já conta com toda a infraestrutura urbana pronta, perto de postos de saúde, escolas e pontos de ônibus. Isso favorece a integração e melhora a qualidade de vida dos moradores”

Henrique Milani

O prazo previsto para conclusão das obras é de até três anos após a assinatura do contrato.

Luiz Henrique, representante da Amasmi, enfatizou o caráter coletivo da iniciativa.

“Essa obra é feita a várias mãos, com recursos federais, apoio do Município e o trabalho da entidade para garantir que famílias de baixa renda tenham acesso à moradia digna. Agora que o contrato está assinado, vamos dar início às obras. O projeto já está com o licenciamento ambiental liberado, o que garante agilidade no começo dos trabalhos”

Luiz Henrique

Os critérios para seleção das famílias beneficiadas seguem as diretrizes do Governo Federal: renda de até R$ 2.850,00, não possuir imóvel em seu nome e estar inscrito no Cadastro Único. Os contemplados pagarão uma taxa social simbólica, entre R$ 40 e R$ 120 mensais, durante cinco anos.

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