Acidente fatal com carro do Padre Genivaldo: família da vítima e PM apresentam versões diferentes

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Por Diego Cavalcante

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O Delegado Adjunto da 15ª Subdivisão Policial (SDP) de Cascavel, Pedro Luiz Fontana Ribeiro, concedeu entrevista coletiva à imprensa na manhã desta quinta-feira (4) para atualizar as investigações do inquérito que apura o homicídio culposo ocorrido em 2019, envolvendo um Peugeot de propriedade do padre Genivaldo Oliveira dos Santos.

Segundo o delegado, na época do acidente não houve intimação oficial para abertura de inquérito, o que levou a Polícia Civil a retomar diligências para esclarecer todos os fatos. Equipes permanecem a campo em busca de contato com Lucas, que estava à frente do veículo no dia do acidente, e que ainda não prestou depoimento oficial.

A mãe e a tia da vítima relataram que o carro teria saído, ido até o local onde estava o padre e retornado ao ponto do acidente, e que, no momento da colisão, o veículo estaria estacionado no sentido contrário. Já segundo a versão da equipe policial militar presente e de uma testemunha, o carro permaneceu no local, enquanto o padre teria chegado posteriormente em outro veículo.

Fontana Ribeiro destacou que o laudo da criminalística ainda não foi concluído, mas deverá esclarecer a posição exata do carro no momento do acidente. Até o momento, três familiares da vítima, um policial militar, o padre Genivaldo (proprietário do veículo) e uma testemunha já foram ouvidos.

O vereador Mazutti, citado em relatos relacionados ao episódio confirmou apenas que faz parte da comunidade da igreja e que tomou conhecimento do acidente posteriormente, negando qualquer participação direta nos fatos.

O inquérito aguarda agora o interrogatório de Lucas e o relatório final da criminalística para ser concluído e definir responsabilidades.

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