
Funcionário processa hospital de Cascavel e fecha acordo por R$ 280
Caso chama atenção pela demora e pelo fato de o homem trabalhar na mesma instituição...
Publicado em
Por Redação CGN

Um caso curioso movimentou o Juizado Especial Cível de Cascavel. Um funcionário da Uopeccan entrou com uma ação pedindo indenização por danos materiais e também indenização por danos morais após ter o capacete furtado dentro do guarda-volumes da instituição. O detalhe é que o furto aconteceu em 2022, mas a ação só foi protocolada em 2025.
Segundo a petição, o trabalhador alegou que deixou o capacete, avaliado em R$ 280, no armário fornecido pela empresa e, ao final do expediente, não encontrou mais o objeto. Ele chegou a registrar boletim de ocorrência e anexou ao processo imagens de câmeras de segurança que mostram o momento do furto. Além do ressarcimento do bem, o autor pediu ao Judiciário uma compensação de R$ 3 mil por danos morais, alegando transtornos e abalo psicológico.
Mesmo atuando na própria instituição, o funcionário não conseguiu resolver o problema internamente e só três anos depois buscou a Justiça.
Na audiência de conciliação, realizada em agosto de 2025, as partes chegaram a um acordo simples: a empresa se comprometeu a pagar apenas os R$ 280 referentes ao valor do capacete. Em troca, o funcionário deu quitação total, abrindo mão de qualquer pedido de indenização moral.
Curiosidade
O caso chama atenção pela demora em procurar o Judiciário e pelo fato de o trabalhador afirmar que ainda esta empregado na mesma instituição. No fim, após todo o processo, o desfecho foi apenas o ressarcimento do valor do capacete furtado.
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