
Peruano é detido na Região Oeste do PR suspeito de vender vídeos de abuso infantil
Segundo informações da Polícia Federal, o investigado, que atualmente residia em Foz do Iguaçu, utilizava diversas carteiras de criptoativos para movimentar os valores provenientes das vendas...
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Por Fábio Wronski

A Polícia Federal cumpriu, nesta terça-feira (02/09), mandado de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos pela 3ª Vara Federal de Foz do Iguaçu/PR, no âmbito de investigação sobre crimes previstos nos artigos 241, 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente. A ação teve como alvo um cidadão estrangeiro, de nacionalidade peruana, suspeito de armazenar, disponibilizar e comercializar vídeos com cenas de abuso sexual infantojuvenil por meio de sites hospedados na deep web.
Segundo informações da Polícia Federal, o investigado, que atualmente residia em Foz do Iguaçu, utilizava diversas carteiras de criptoativos para movimentar os valores provenientes das vendas ilícitas. Por esse motivo, também foi determinado o bloqueio de ativos financeiros em nome do suspeito.
A investigação contou com a cooperação de forças policiais estrangeiras, incluindo a americana Homeland Security Investigations (HSI) e a alemã Bayerisches Landeskriminalamt (BLKA), departamentos que contribuíram significativamente para o desfecho da operação.
Durante o cumprimento dos mandados, agentes federais localizaram arquivos contendo registros de abuso infantojuvenil em dispositivos eletrônicos pertencentes ao investigado. Diante do flagrante, o suspeito foi autuado e teve o auto de prisão lavrado na Delegacia de Polícia Federal em Foz do Iguaçu.
A operação foi batizada de “CAPACOCHA”, em referência a um ritual do império Inca que envolvia o sacrifício de crianças em ocasiões especiais. O nome faz alusão tanto à nacionalidade do investigado quanto à exposição de crianças a situações degradantes.
A Polícia Federal ressaltou que a operação reafirma o compromisso das instituições brasileiras e internacionais de proteção dos direitos da criança e do adolescente, bem como o combate rigoroso aos crimes de exploração sexual infantojuvenil.
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