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“Estava com pneumotórax, as costelinhas, provavelmente, tiveram fratura”, afirma soldado sobre bebê atropelado

Segundo relato do Soldado Anderson Sieklicki, responsável pelo atendimento, ao chegar ao local a equipe encontrou a criança já sendo amparada por pessoas próximas. “Era um...

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Por Fábio Wronski

Na tarde desta segunda-feira, por volta das 16 horas, o Corpo de Bombeiros de Capanema foi acionado para atender a um caso inicialmente registrado como queda de plano elevado. Ao chegarem ao local, a equipe constatou que se tratava, na verdade, de um atropelamento envolvendo um bebê de 10 meses.

Segundo relato do Soldado Anderson Sieklicki, responsável pelo atendimento, ao chegar ao local a equipe encontrou a criança já sendo amparada por pessoas próximas. “Era um bebê de 10 meses, foi atropelado, estava com pneumotórax, as costelinhas, provavelmente, tiveram fratura”, informou Sieklicki. Diante da gravidade do quadro, os bombeiros realizaram a mobilização da vítima, administraram oxigênio para auxiliar na respiração e procederam ao encaminhamento imediato, junto com a bisavó da criança, para o Hospital Sudoeste.

Sobre a dinâmica do acidente, Sieklicki explicou que, de acordo com relatos colhidos no local, o pai da criança estava retirando o veículo da garagem quando o bebê, que já engatinhava, acabou sendo atropelado. “Não sabemos se foi na parte traseira, mas foi dessa forma que ocorreu”, relatou o soldado. Ele destacou que, no momento da chegada da equipe, a criança já estava recebendo os primeiros cuidados de familiares, e não foi possível obter detalhes precisos sobre o exato momento do acidente.

O estado de saúde da criança, segundo o bombeiro, era grave. “A saturação, oxigenação e respiração estavam um pouco baixas, o batimento cardíaco oscilava bastante devido à gravidade”, relatou Sieklicki. Após o primeiro atendimento no Hospital Sudoeste, a criança foi transferida para Francisco Beltrão, onde deve passar por procedimentos cirúrgicos e tratamento especializado.

O soldado Anderson Sieklicki aproveitou para alertar a população sobre a importância de redobrar a atenção com crianças pequenas em casa, especialmente em situações que envolvem veículos, escadas e piscinas. “Criança em geral não tem noção do perigo. O cuidado tem que ser redobrado, principalmente com bebês em fase de engatinhar”, enfatizou. Ele recomendou, ainda, cuidados especiais como o isolamento e cobertura de piscinas quando não estiverem em uso, para evitar acidentes domésticos que, segundo ele, podem ser prevenidos com atenção e medidas simples de segurança.

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