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Imagem referente a Delegado esclarece informações sobre desaparecidos de Icaraíma
Foto: Reprodução

Delegado esclarece informações sobre desaparecidos de Icaraíma

Alencar Gonçalves de Souza, morador de Icaraíma, e os paulistas Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi e Diego Henrique Afonso estão desaparecidos desde o dia...

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Por Isabella Chiaradia

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Na noite desta segunda-feira, 25, o delegado de Umuarama Gabriel Menezes respondeu algumas informações levantadas por jornalistas a respeito do caso dos quatro homens desaparecidos em Icaraíma. 

Alencar Gonçalves de Souza, morador de Icaraíma, e os paulistas Robishley Hirnani de Oliveira, Rafael Juliano Marascalchi e Diego Henrique Afonso estão desaparecidos desde o dia 5 de agosto. Os três indivíduos de São Paulo se deslocaram até Icaraíma para fazer uma cobrança de dívidas e os indícios apontam que podem ter sido vítimas de homicídio.

Entre os questionamentos ao delegado estavam a possível travessia das vítimas de balsa para o Mato Grosso do Sul e a hipótese de que teriam sido executadas dentro de um veículo modelo Fiat Toro.

De acordo com o delegado, não há qualquer indício de que as vítimas tenham atravessado o rio em direção ao Mato Grosso do Sul, muito menos de envolvimento ou omissão por parte do balseiro. “Posso afirmar com certeza que essa informação não procede”, afirmou, ressaltando que a investigação segue em sentido oposto ao apontado por fontes informais.

O delegado também afastou a versão de que as vítimas teriam sido executadas dentro do carro. “Há indícios de que o veículo permaneceu em funcionamento após o crime. Não procede que o automóvel virou uma peneira e deixou de funcionar”, disse.

Sobre suspeitos, o delegado reforçou que apenas Antônio e Paulo são considerados foragidos. A esposa de um dos envolvidos, mencionada em algumas reportagens como possível fugitiva, não é alvo de mandado de prisão.

Questionado sobre imagens de câmeras de segurança da propriedade dos suspeitos, o delegado confirmou que elas estão sendo analisadas, mas que não podem ser divulgadas neste momento, porque o caso segue sob sigilo.

Ele também negou qualquer envolvimento anterior do filho caçula de um dos investigados em homicídio. Gabriel também alertou que a circulação de informações imprecisas tem dificultado os trabalhos da polícia. “Não se descarta que isso esteja sendo feito propositalmente para atrapalhar as investigações”.

Apesar da cautela, o delegado afirmou que elementos importantes foram reunidos nas últimas semanas, contribuindo para o avanço do caso. No entanto, considerou prematuro afirmar que a investigação esteja próxima de ser concluída.

Fonte: GMC Online

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