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Policial é morto a tiros dentro de delegacia e bandido faz família refém

Segundo informações preliminares da PC (Polícia Civil), o crime ocorreu durante a apresentação de um preso na unidade policial. Em circunstâncias ainda sob investigação, o detido...

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Por Katiane Fermino

Um crime brutal abalou a segurança pública do Amapá na tarde desta sexta-feira (22). O policial civil Mayson Viana de Freitas, de 38 anos, foi morto a tiros dentro da Delegacia de Laranjal do Jari, município localizado ao sul do estado. O caso provocou forte comoção entre colegas de profissão, autoridades e a comunidade local.

Segundo informações preliminares da PC (Polícia Civil), o crime ocorreu durante a apresentação de um preso na unidade policial. Em circunstâncias ainda sob investigação, o detido conseguiu tomar a arma de um agente e efetuou diversos disparos. Mayson Viana foi atingido e chegou a receber atendimento médico no local, mas não resistiu aos ferimentos.

Após o ataque, o suspeito fugiu do local em uma motocicleta, invadiu uma residência nas proximidades e manteve uma família refém. A área foi imediatamente isolada pela Polícia Militar, que montou um cerco ao imóvel.

Foram mobilizadas equipes do Core (Centro de Operações e Recursos Especiais) da Polícia Civil e do GTA (Grupo Tático Aéreo) para atuar na ocorrência. Um grupo especializado em gerenciamento de crise conduz as negociações para libertação dos reféns e captura do criminoso.

A morte do policial civil gerou manifestações de pesar e indignação. Em nota conjunta, a Sejusp (Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública do Amapá) e a PC lamentaram profundamente a perda e destacaram o empenho das forças de segurança na prisão do autor do crime.

De acordo com a Sejusp, o secretário de Segurança Pública, Daniel Marsili, o delegado-geral da Polícia Civil, Cézar Vieira, e o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Costa Júnior, deslocaram-se para Laranjal do Jari para acompanhar de perto as operações.

A investigação sobre as circunstâncias do assassinato já foi aberta. A prioridade das autoridades, neste momento, é garantir a libertação dos reféns e a prisão do responsável pelo crime.

Fonte: Metrópoles

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