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Juliana Brizola tem 21%; Zucco, 20% e Edegar Pretto, 10% na disputa no RS, aponta Genial/Quaest

Se em fevereiro deste ano 47% dos entrevistados diziam que Leite merecia eleger um aliado como sucessor, hoje esse porcentual caiu para 41%. Por outro lado,...

Publicado em

Por Agência Estado

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Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira, 22, mostra que o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), deve ter dificuldades para eleger um sucessor nas eleições de 2026. Leite, que encerrará seus oito anos à frente do Palácio Piratini no ano que vem, tem se colocado como um possível candidato à Presidência da República ou ao Senado.

Se em fevereiro deste ano 47% dos entrevistados diziam que Leite merecia eleger um aliado como sucessor, hoje esse porcentual caiu para 41%. Por outro lado, os que dizem que Leite não merece emplacar o sucessor subiu de 46% para 54%.

O atual vice-governador, Gabriel Souza (MDB), tem apenas 5% das intenções de voto. Fica atrás da deputada estadual Juliana Brizola (PDT), que tem 21%, do deputado federal Zucco (PL), com 20%, e do atual presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto (PT), com 11%.

A aprovação da gestão de Eduardo Leite continua superando a desaprovação, apesar de uma queda nos últimos meses. Em fevereiro deste ano, 62% aprovavam o governador; hoje, são 58%. Por outro lado, 33% desaprovavam; agora, são 38%.

A gestão Leite tem avaliações semelhantes nas oito áreas citadas pelos pesquisadores (Infra e mobilidade, transporte público, emprego e renda, habitação, educação, saúde, políticas sociais e segurança). Em todas elas, a gestão tem avaliações positivas que variam de 28% (na saúde) a 35% (em emprego e renda e em educação). As negativas vão de 22% (em emprego e renda) a 32% (em saúde).

Eduardo Leite trocou o PSDB pelo PSD em maio deste ano após 24 anos filiado ao partido tucano. Apesar de seu nome ser citado para a disputa pelo Palácio do Planalto, tem no partido outro pré-candidato, o governador do Paraná, Ratinho Júnior. Seu nome também é citado para a disputa pelo Senado.

A margem de erro do estudo é de três pontos porcentuais para o recorte do Rio Grande do Sul. O levantamento entrevistou presencialmente 1.104 eleitores com 16 anos ou mais no Estado, entre os dias 13 a 17 de agosto. O nível de confiança é de 95%.

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