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Imagem referente a Transitar freia mortes no trânsito: queda de 43% põe Cascavel na meta nacional
Foto: Arquivo

Transitar freia mortes no trânsito: queda de 43% põe Cascavel na meta nacional

Em uma análise de longo prazo, o avanço se mostra ainda mais significativo. Em 2015, no mesmo intervalo, o município registrou 16 vítimas fatais em acidentes...

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Por Fábio Wronski

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Foto: Arquivo

Dados divulgados pela Transitar apontam que Cascavel registrou uma redução expressiva no número de óbitos em acidentes de trânsito no primeiro semestre de 2025. Entre janeiro e junho, foram contabilizadas 8 mortes, contra 14 no mesmo período de 2024, o que representa uma queda de 43%. O resultado é atribuído às ações de prevenção, fiscalização, engenharia e educação para o trânsito implementadas pela Transitar.

Em uma análise de longo prazo, o avanço se mostra ainda mais significativo. Em 2015, no mesmo intervalo, o município registrou 16 vítimas fatais em acidentes de trânsito. Com os números atuais, Cascavel já atingiu a meta estabelecida pelo Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS), que prevê a redução de 50% das mortes até 2028. Os dados evidenciam a efetividade das estratégias desenvolvidas ao longo da última década.

No recorte de 2025, destaca-se a redução de 75% nas mortes de pedestres, grupo considerado o mais vulnerável no trânsito, e uma diminuição de 25% nos óbitos envolvendo motociclistas. A análise por bairros revelou queda relevante na região central, que no ano anterior liderava em número de fatalidades.

O total de sinistros com vítimas também apresentou melhora em relação a 2024. Segundo a Transitar, a gravidade desses incidentes diminuiu em 2025, com menos internamentos hospitalares e menor tempo de recuperação. Colisões laterais e traseiras seguem como os tipos mais frequentes, mas também apresentaram queda nos casos fatais.

A análise das mortes aponta que os principais fatores de risco permanecem sendo o excesso de velocidade, identificado como a principal causa, seguido pela falta de atenção — como avanços de preferencial ou de semáforo — e ingestão de álcool.

Para a professora Luciane de Moura, especialista em trânsito e coordenadora do setor de Educação da Transitar, o desempenho do município reflete a integração das políticas públicas locais às diretrizes do PNATRANS, com ênfase em educação, engenharia e fiscalização. “Cada vida salva é resultado de um trabalho conjunto entre órgãos de trânsito, poder público e sociedade. Isso mostra que é possível reduzir as mortes, mesmo que não seja possível eliminar totalmente os sinistros. Continuaremos com o trabalho para chegar a zero mortes no trânsito. Essa é a nossa meta”, afirmou.

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