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Porteiro vira “dono” de empresa milionária em fraude médica; Delegado dá detalhes do caso

As investigações, conduzidas pela Divisão Estadual de Combate à Corrupção (DECCOR) de Cascavel, tiveram início após o recebimento de uma denúncia sobre possíveis irregularidades em processos...

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Por Fábio Wronski

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Porteiro vira “dono” de empresa milionária em fraude médica; Delegado dá detalhes do caso

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou, na manhã desta quarta-feira (20), uma operação para apurar denúncias de fraude em licitações relacionadas à contratação de serviços médico-hospitalares no município de Campina da Lagoa, Oeste do Estado. A ação resultou no cumprimento de sete mandados de busca e apreensão, sendo seis em Campina da Lagoa e um em Tamarana, no Norte do Paraná.

As investigações, conduzidas pela Divisão Estadual de Combate à Corrupção (DECCOR) de Cascavel, tiveram início após o recebimento de uma denúncia sobre possíveis irregularidades em processos licitatórios do município. De acordo com o delegado Rogerson Luiz Ribas Salgado, chefe da DECCOR, a denúncia apontava que a empresa contratada para prestar os serviços estaria registrada em nome de um “laranja”, com contrato anual superior a R$ 3 milhões.

Segundo as apurações, a empresa em questão está formalmente registrada em nome de um funcionário do hospital, que atua como porteiro e recepcionista. Os indícios apontam que os verdadeiros administradores buscavam proteger seu patrimônio pessoal e evitar o recolhimento de tributos, configurando possíveis crimes de falsidade ideológica, lavagem de capitais e fraude a licitações, com prejuízo aos cofres públicos.

Além das irregularidades em Campina da Lagoa, há suspeitas de favorecimento e direcionamento em processos licitatórios envolvendo o município de Altamira do Paraná.

Durante a operação, os policiais civis apreenderam aparelhos celulares, computadores, arquivos de mídia e documentos nos endereços investigados. O material recolhido será analisado para dar prosseguimento à investigação e apurar a autoria dos crimes.

O delegado Rogerson Luiz Ribas Salgado destacou que a operação marca uma fase ostensiva da investigação, iniciada em 2023, e que a análise dos equipamentos e documentos apreendidos será fundamental para a conclusão do inquérito.

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