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Recusou sair com traficante e foi espancada até a morte

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De acordo com familiares, Sther foi deixada na porta de casa já desfigurada pelas agressões.
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Foto: Reprodução/CGN

Por Diego Cavalcante

Atualizado em

A jovem Sther Barroso dos Santos foi morta de forma brutal na madrugada de domingo (17), em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Testemunhas afirmam que ela teria se recusado a deixar um baile funk na comunidade da Coreia acompanhada de um traficante, o que teria motivado a violência.

De acordo com familiares, Sther foi deixada na porta de casa já desfigurada pelas agressões. Desesperados, eles tentaram socorrê-la e a levaram ao Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, mas a jovem chegou sem vida.

O principal suspeito do crime é Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, apontado como chefe do tráfico no Muquiço, em Guadalupe — território controlado pela mesma facção criminosa, o Terceiro Comando Puro (TCP). Antes de viver na Vila Aliança, Sther e a família chegaram a residir no Muquiço. O caso está sob investigação da Polícia Civil.

Sonhos interrompidos

Entre os pertences de Sther, a família encontrou um caderno em que ela registrava seus planos para o futuro. Em uma das anotações, a jovem escreveu: “2025 vai ser o melhor ano da minha vida”.

Nas páginas, ela listava seus objetivos: terminar a escola, fazer três cursos, ter um cachorrinho, dedicar-se à academia e agradecer a Deus todos os dias.

A morte precoce da jovem gerou comoção nas redes sociais, onde amigos e familiares lamentaram a perda e compartilharam as anotações como símbolo dos sonhos interrompidos.

Com informações do Metrópoles

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