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Mistério: Arqueólogos encontram restos mortais de vampira

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A jovem de 18 anos estava sepultada com uma foice sobre o pescoço e um cadeado no dedo do pé, medidas usadas para impedir que ela “retornasse dos mortos” – uma prática de proteção contra supostos “vampiros”.
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Foto: Reprodução

Por Isabella Chiaradia

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Pesquisadores da Polônia fizeram a reconstrução facial de uma mulher enterrada há 400 anos, como se fosse uma vampira. Seus restos mortais foram encontrados por arqueólogos num cemitério rural do século XVII, perto da vila de Pien, na Polônia.

A jovem de 18 anos estava sepultada com uma foice sobre o pescoço e um cadeado no dedo do pé, medidas usadas para impedir que ela “retornasse dos mortos” – uma prática de proteção contra supostos “vampiros”. O corpo da jovem tinha deformidade física e a comunidade pode ter considerado “anormal”.

Enterrada com um gorro de seda que indicava seu status elevado, “Zosia”, como foi chamada, teve seu rosto reconstruído digitalmente, revelando olhos azuis e cabelos curtos.

A escavação revelou um cemitério de pessoas marginalizadas, onde outros indivíduos também foram enterrados com medidas cautelares semelhantes, como pedras no peito e moedas na boca.

Na Polônia, há uma lenda de que no século 17 regiões eram assoladas por “revenants” ou “renascidos”, seres semelhantes a vampiros que atacariam vivos e causariam caos nas casas.

Esses relatos eram tão comuns que várias medidas eram tomadas para evitar a reanimação dos cadáveres, como arrancar seus corações, pregar seus corpos nas sepulturas e usar estacas nas pernas.

Fonte: Redação Flipar

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