
Cascavel dispara e cria mais de 4 mil vagas formais só no primeiro semestre
O setor de serviços destacou-se como principal motor do crescimento, responsável por 1.574 vagas criadas. Em seguida, figuram o comércio (872), a indústria (760), a construção...
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Por Fábio Wronski

Cascavel encerrou o primeiro semestre de 2025 com resultados expressivos na geração de empregos formais. Segundo dados mais recentes do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o município apresentou saldo positivo de 4.081 postos de trabalho, resultado de 44.704 admissões frente a 40.623 desligamentos no período.
O setor de serviços destacou-se como principal motor do crescimento, responsável por 1.574 vagas criadas. Em seguida, figuram o comércio (872), a indústria (760), a construção civil (729) e a agropecuária (146). Os números refletem a robustez do mercado de trabalho local e a relevância de políticas públicas voltadas à promoção de oportunidades para a população.
De acordo com o painel do Novo Caged, Cascavel mantém uma média mensal de 123.022 trabalhadores com carteira assinada, com tempo médio de permanência no emprego de 14,8 meses. A construção civil, apesar de registrar menor número absoluto de admissões, apresentou a maior variação relativa, com crescimento de 9,68% no período, evidenciando dinamismo e expansão no setor.
Para os que buscam inserção ou recolocação no mercado, o cenário segue favorável. A Agência do Trabalhador de Cascavel dispõe de cerca de 1,3 mil vagas abertas nesta semana, abrangendo diferentes áreas, níveis de escolaridade e experiência. Os interessados podem se dirigir à sede da Agência, localizada na Rua Paraná, 3648, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 17h, ou obter informações pelo telefone (45) 3222-2284.
Tendência estadual acompanha avanço de Cascavel
O desempenho positivo de Cascavel acompanha o cenário estadual. No Paraná, o saldo do primeiro semestre de 2025 também foi favorável, com a criação de 94.219 novos postos de trabalho, resultado de 1.085.555 admissões e 991.336 desligamentos. O setor de serviços liderou a geração de empregos, com 50.434 vagas, seguido pela indústria (21.610), comércio (10.902), construção (9.034) e agropecuária (2.219).
O tempo médio de permanência no emprego no estado é de 16,5 meses, com um contingente mensal superior a 3,3 milhões de trabalhadores formalizados.
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