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Imagem referente a Operação Ruína: MPPR denuncia 24 pessoas investigadas por organização criminosa e lavagem de dinheiro
Apreensões realizadas na primeira fase da operação

Operação Ruína: MPPR denuncia 24 pessoas investigadas por organização criminosa e lavagem de dinheiro

A Operação Ruína tem como foco a apuração de crimes de tráfico de drogas e lavagem de capitais supostamente praticados por um grupo com vínculos com...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Operação Ruína: MPPR denuncia 24 pessoas investigadas por organização criminosa e lavagem de dinheiro
Apreensões realizadas na primeira fase da operação

O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), denunciou 24 pessoas pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. As denúncias são resultado das investigações conduzidas a partir da Operação Ruína, deflagrada em maio deste ano. A denúncia foi recebida pelo Judiciário e a ação penal tramita na 10ª Vara Criminal de Curitiba.

A Operação Ruína tem como foco a apuração de crimes de tráfico de drogas e lavagem de capitais supostamente praticados por um grupo com vínculos com facção criminosa. Em 26 de maio, foram cumpridas diversas ordens judiciais, incluindo buscas, apreensões, prisões e bloqueios de bens, em 22 municípios distribuídos por três estados do país: Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Entre os denunciados, 14 encontram-se atualmente presos preventivamente.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da Central de Garantias Especializada de Curitiba. O cumprimento dos mandados foi realizado pelo Gaeco de Curitiba, com o apoio da Polícia Militar do Paraná e dos núcleos do Gaeco de Santa Catarina e São Paulo. As ações ocorreram nos seguintes municípios: Curitiba, Ponta Grossa, Rebouças, Fazenda Rio Grande, Balsa Nova, Cianorte, Piraquara, Pinhais, Pontal do Paraná, Araucária, Campo Magro, Maringá, São José dos Pinhais e Colombo, no Paraná; Meia Praia, em Santa Catarina; e São Paulo (capital), São Caetano do Sul, Araçatuba, Sud Menucci, Itapevi, Glicério e Birigui, em São Paulo.

Durante o procedimento, foram sequestrados cinco imóveis avaliados em R$ 8,7 milhões, 12 veículos com valor estimado em R$ 1,372 milhão e R$ 3,7 milhões em dinheiro.

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