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Reprodução/Redes Sociais

Morte misteriosa em Motel: mulher encontrada boiando na piscina não tinha sinais de violência

O caso está sendo apurado pelo 14° Distrito Policial (Pinheiros) como morte suspeita, e as circunstâncias ainda são consideradas um mistério. Garrafas vazias de bebidas alcoólicas...

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Por Diego Cavalcante

Reprodução/Redes Sociais

A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de Paloma Granada, de 30 anos, cujo corpo foi encontrado boiando na piscina de uma suíte de motel na zona oeste da capital paulista, na noite de quinta-feira (31). A vítima não apresentava sinais de violência, e o local não tinha indícios de crime, segundo informações preliminares.

O caso está sendo apurado pelo 14° Distrito Policial (Pinheiros) como morte suspeita, e as circunstâncias ainda são consideradas um mistério. Garrafas vazias de bebidas alcoólicas — entre elas cerveja, vinho e licores — foram encontradas no quarto, mas nada que, até o momento, aponte para violência ou crime.

Último acompanhante

De acordo com depoimento prestado por um representante do Motel Astúrias, onde Paloma foi encontrada, a mulher chegou ao local por volta das 22h20 acompanhada de Danilo Andrade Amado, de 37 anos. O casal entrou na suíte 7 a bordo de um Mercedes Benz A 250 Turbo Sport, com placas de Minas Gerais.

Cerca de uma hora depois, por volta das 23h30, Danilo deixou o motel. A administração do estabelecimento afirmou à polícia que a saída foi autorizada após contato direto com Paloma, que teria concordado com a partida do acompanhante.

Ao final do período de pernoite, funcionários tentaram contato telefônico com o quarto, sem sucesso. Após várias tentativas, decidiram entrar com uma chave reserva e encontraram Paloma boiando na piscina, ainda vestida. O Corpo de Bombeiros foi acionado e confirmou o óbito. O corpo não tinha marcas visíveis de agressão.

Retorno com outra mulher

A investigação também apurou que Danilo havia pago R$ 500 para um programa com Paloma e sugeriu estender o encontro, o que foi aceito pela mulher sob a condição de novo pagamento no mesmo valor. Como Danilo não concordou, deixou o local — mas retornou pouco depois com outra acompanhante.

Foi nesse momento que ele soube da morte de Paloma e, então, compareceu voluntariamente ao 14° DP, onde prestou depoimento e foi liberado. Ele é considerado peça-chave para a investigação por ser a última pessoa a ver Paloma com vida, mas não é tratado como suspeito.

A polícia aguarda os resultados dos exames toxicológicos e do laudo do Instituto Médico Legal (IML) para esclarecer as causas da morte. Até o momento, não se descarta a possibilidade de um mal súbito.

Com informações do Metrópoles

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