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Placas do crime: empresas de família são alvo de megaoperação da Polícia Civil

A operação contou com o apoio técnico dos Departamentos de Trânsito do Estado do Paraná e de São Paulo, responsáveis por auxiliar no cumprimento das ordens...

Publicado em

Por Fábio Wronski

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou, na manhã desta terça-feira (5), uma operação para cumprir 14 mandados de busca e apreensão em 11 empresas emplacadoras de veículos. A ação ocorreu simultaneamente em Curitiba, Piraquara, Colombo, Campina Grande do Sul, Pinhais, Fazenda Rio Grande e Guaratuba, no Paraná, além das cidades de São Paulo e Santo André, no Estado de São Paulo.

A operação contou com o apoio técnico dos Departamentos de Trânsito do Estado do Paraná e de São Paulo, responsáveis por auxiliar no cumprimento das ordens judiciais. Entre as atribuições dos departamentos está a verificação da regularidade cadastral das empresas emplacadoras e o cruzamento de dados relativos à emissão de placas padrão Mercosul.

O objetivo das buscas é recolher documentos, mídias e outros elementos de prova que possam comprovar a participação de proprietários, sócios ou funcionários dessas empresas em um esquema criminoso. Segundo as investigações, o grupo favoreceria a atuação de organizações especializadas em furto, roubo e revenda de veículos adulterados.

Com o material apreendido, a PCPR pretende aprofundar a análise para definir responsabilidades individuais e identificar possíveis vínculos com organizações criminosas atuantes na região.

As investigações tiveram início em agosto de 2024, após a apreensão de veículos com sinais identificadores adulterados. A perícia técnica revelou que diversos automóveis e motocicletas eram produtos de furto ou roubo. Durante as apurações, os policiais civis rastrearam a origem das placas padrão Mercosul aplicadas nos veículos ilícitos, chegando até as empresas emplacadoras responsáveis pela estampagem.

De acordo com a delegada da PCPR Anna Karyne Turbay, das 11 empresas investigadas, oito pertencem, formal ou informalmente, a membros de uma mesma família. “Isso reforça a suspeita da existência de uma estrutura organizada voltada ao suporte logístico do crime”, afirmou a delegada.

A Polícia Civil do Paraná segue com as investigações para apurar a extensão do esquema e identificar todos os envolvidos.

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