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Árbitro alega que goleiro do Vasco teve tempo para ser atendido e justifica expulsão

O juiz disse que Léo Jardim, durante o período das substituições, teve tempo para ser atendido pelos médicos. Como isso não ocorreu, expulsou o atleta por...

Publicado em

Por Agência Estado

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O goleiro Léo Jardim, do Vasco, foi alvo de uma das maiores polêmicas da rodada do Brasileirão, no domingo. Ele foi expulso de campo após levar o segundo cartão amarelo por supostamente fazer “cera” no segundo tempo do empate com o Internacional, por 1 a 1, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Nesta segunda-feira, o árbitro Flavio Rodrigues de Souza justificou a decisão na súmula da partida.

O juiz disse que Léo Jardim, durante o período das substituições, teve tempo para ser atendido pelos médicos. Como isso não ocorreu, expulsou o atleta por “de maneira desrespeitosa retardar o reinício de jogo”.

Escreveu o árbitro na súmula: “Motivo: A3. Retardar o reinício do jogo – Após ser advertido anteriormente por retardar o reinício de jogo, expulsei com segundo cartão amarelo o Sr. Leonardo Cesar Jardim, nº1 da equipe do Vasco da Gama, por de maneira desrespeitosa retardar o reinício de jogo da sua equipe caindo ao solo sem motivo aparente”.

“Mesmo sendo solicitado tanto por mim quanto pelo assistente n1, negou-se a levantar. Ressalto ainda que o mesmo ficou caído durante todo o procedimento de substituições, tendo tempo suficiente para ser atendido, não o fazendo”, complementou.

As regras da International Football Association Board (IFAB) preveem cartão amarelo para os jogadores que praticarem conduta antidesportiva: “Entre as quais: tentar enganar o árbitro, por exemplo, fingindo ter sofrido uma lesão ou ter recebido uma falta (simulação)”.

Mesmo que este não tenha sido o caso de Léo Jardim, a punição com cartão amarelo está prevista para os atletas que retardem o início do jogo. Foi o que justificou na súmula o árbitro da partida.

Outro trecho das regras ainda cita o papel dos médicos na avaliação de uma possível lesão de um jogador, mas não exclui a possibilidade do árbitro checar se o atleta realmente precisa de atendimento.

Em nota oficial, o Vasco mostrou revolta com a atuação do árbitro Flavio Rodrigues de Souza. O clube carioca pediu o afastamento do juiz junto à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). “O Vasco da Gama repudia, com veemência, a atuação desastrosa do árbitro Flavio Rodrigues de Souza na partida deste domingo (27/07), contra o Internacional, em Porto Alegre, válida pelo Campeonato Brasileiro”, disse.

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