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Imagem referente a Queima de corpo e execução a pedrada: crimes brutais chocam Curitiba

Queima de corpo e execução a pedrada: crimes brutais chocam Curitiba

O primeiro assassinato ocorreu em 23 de fevereiro. Leonardo Pendraki Cleris foi morto por ordem da própria quadrilha, após supostamente frustrar um plano de execução ao...

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Por Fábio Wronski

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A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) divulgou, nesta quinta-feira (24), imagens de Efigênio Mayco Teofilo Costa, 32 anos, apontado como chefe de uma organização criminosa responsável por dois homicídios cometidos em fevereiro deste ano, em Fazenda Rio Grande e Curitiba. As investigações revelam a atuação violenta e punitiva do grupo, cujas motivações giram em torno de traição interna, punições brutais e tentativas de destruição de provas para dificultar o trabalho policial.

O primeiro assassinato ocorreu em 23 de fevereiro. Leonardo Pendraki Cleris foi morto por ordem da própria quadrilha, após supostamente frustrar um plano de execução ao avisar um inimigo do líder do grupo sobre um atentado que seria realizado contra ele. Segundo o delegado Victor Menezes, “o Leonardo teria tido um relacionamento com uma das autoras, mas também teria frustrado um plano homicida dessa organização criminosa, avisando um homem de que ele seria alvo dessa organização criminosa. Com o plano frustrado, o resto da quadrilha ficou muito frustrada, muito desapontada, teria chamado o Leonardo até a casa de M, onde a discussão foi escalada. Brenddom teria ligado para o comandante dessa organização criminosa, que teria autorizado então a execução de Leonardo”.

Após a execução, o corpo de Leonardo foi inicialmente deixado em outro local durante a madrugada e, posteriormente, transportado por aproximadamente 19 quilômetros até uma área de mata no bairro Pinheirinho, em Curitiba. No local, os criminosos adquiriram combustível e queimaram o cadáver junto com pneus, numa tentativa de impedir sua identificação. “Compram o combustível e dirigem-se até o local onde o corpo estava ocultado. Destroem esse corpo com a queima de pneus e com o combustível que tinha sido comprado”, detalhou o delegado Menezes. Além disso, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) identificou que os envolvidos lavaram o local do crime e descartaram objetos com vestígios de sangue, buscando dificultar a investigação.

Dois dias depois, em 25 de fevereiro, um novo homicídio foi cometido pela organização. A vítima, desta vez, foi Brenddom César Casemiro Teixeira, também integrante do grupo. De acordo com a apuração policial, Brenddom teria se apropriado de duas armas da quadrilha e, em vez de devolvê-las, as trocou por dinheiro e drogas. “No dia seguinte, eles descobrem que Brenddom teria empenhado as armas dessa organização criminosa, teria conseguido certo dinheiro e, de acordo com as versões que conseguimos obter no inquérito policial, teria ‘fumado e cheirado’ essas armas. Começam a agredir o Brandon desde Araucária até a chegada no Tatuquara, onde, numa rua sem saída, M entrega um pesado bloco de concreto para Veio que dá vários golpes, dá pedradas contra a cabeça de Brenddom que vem a óbito”, afirmou o delegado.

A execução de Brenddom teve início ainda no trajeto entre Araucária e Curitiba, com agressões dentro do veículo. Ao chegarem à rua Juarez Távora, no bairro Tatuquara, ele foi espancado com um bloco de concreto, desferido por outro membro da quadrilha, identificado como “Veio”. Brenddom morreu meses depois, em 3 de maio, em decorrência da gravidade dos ferimentos.

As investigações seguem em andamento, com o objetivo de identificar e responsabilizar todos os envolvidos nos crimes.

As informações são da Banda B.

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