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Imagem referente a Mãe denuncia creche por mordidas em bebê
Foto: Reprodução Metrópoles

Mãe denuncia creche por mordidas em bebê

A mãe, que inicialmente buscou auxílio em uma página do Instagram, relatou que procurou a direção da creche em busca de explicações. No entanto, de acordo...

Publicado em

Por Silmara Santos

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Foto: Reprodução Metrópoles

Uma mãe denunciou uma creche particular localizada em Cidade Ocidental, município do Entorno do Distrito Federal, por um suposto caso de agressão contra seu filho de um ano de idade. Segundo relato, a criança chegava em casa com marcas de mordidas pelo corpo, situação que teria se repetido nos últimos dois meses.

A mãe, que inicialmente buscou auxílio em uma página do Instagram, relatou que procurou a direção da creche em busca de explicações. No entanto, de acordo com seu depoimento, a resposta dos gestores era sempre a mesma: “É assim mesmo, isso é normal”.

Diante da continuidade do problema, a mãe formalizou a denúncia nesta sexta-feira (18/7) junto à Delegacia de Cidade Ocidental, ao Ministério Público de Goiás (MPGO) e ao Conselho Tutelar do município. Em entrevista à coluna Na Mira, ela detalhou que os sinais de agressão começaram a aparecer há cerca de dois meses e que, apesar das cobranças, não obteve solução por parte da instituição.

No início desta semana, na segunda-feira (21/7), a mãe, identificada como Amanda, também procurou o Conselho Municipal de Educação (CME). Em atendimento presencial, foi informada de que a creche não possui autorização para funcionar como instituição de ensino e recebeu orientação para procurar o MPGO.

Em nota oficial, a creche afirmou que acompanha “de forma atenta e responsável o episódio” e que “lamenta profundamente o ocorrido”. A instituição declarou tratar-se de uma situação atípica, que teria sido conduzida “com o cuidado, a técnica e a sensibilidade que norteiam nosso trabalho diário”. Segundo o comunicado, todas as medidas cabíveis foram tomadas, incluindo o acolhimento das famílias envolvidas e registro interno do caso.

A creche acrescentou ainda que situações como essa, “embora indesejadas, podem ocorrer em ambientes escolares, especialmente na primeira infância, onde o processo de socialização ainda está em formação”.

O caso segue sob apuração das autoridades competentes.

Fonte: Metrópoles

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