
Adolescente é violentada por trio de irmãos enquanto voltava da escola caminhando
A operação que resultou na prisão dos acusados foi apresentada nessa segunda-feira (21), em coletiva de imprensa. Segundo informações do delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento...
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Por Silmara Santos

Três irmãos, com idades de 32, 36 e 39 anos, foram presos pela Polícia Civil do Amazonas (PCAM), acusados de estuprar uma adolescente de 17 anos na comunidade Sagrado Coração, localizada no município de Nhamundá, a 383 quilômetros de Manaus. O crime ocorreu na noite de 7 de julho, quando a jovem, ao retornar a pé da escola após perder o transporte, foi abordada por um dos suspeitos, dopada e violentada pelos três homens.
A operação que resultou na prisão dos acusados foi apresentada nessa segunda-feira (21), em coletiva de imprensa. Segundo informações do delegado Paulo Mavignier, diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI), um dos criminosos aplicou uma substância em pó no nariz da vítima na tentativa de sedá-la. Como o efeito não foi suficiente, os irmãos recorreram à força física, causando lesões comprovadas por exame pericial. Até o momento, a substância utilizada para dopar a vítima não foi identificada pelos investigadores.
Após o crime, a adolescente tentou suicídio e foi encaminhada a uma unidade hospitalar. A denúncia chegou à Secretaria Municipal de Segurança, que identificou o caso como estupro e acionou o delegado Elton Araújo, da 43ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), além do DPI.
As investigações, conduzidas pela 43ª DIP de Nhamundá, com apoio do DPI, apontaram a participação dos três irmãos. Mandados de prisão preventiva foram expedidos pela Justiça e cumpridos na sexta-feira (18). De acordo com o delegado Paulo Mavignier, um dos suspeitos é apontado como líder do tráfico de drogas local.
Para efetuar as prisões, a equipe policial utilizou lanchas para acessar a comunidade remota. Os três irmãos responderão pelo crime de estupro, passarão por audiência de custódia e permanecerão à disposição da Justiça. Os nomes dos acusados não foram divulgados pelas autoridades.
Fonte: Metrópoles
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