
Curitibanos criam robô que elimina vírus de ambientes e fazem vaquinha pra desinfectar hospitais
O robô tem 2 metros de altura, 60 kg e pode atuar em escolas, escritórios, hotéis e hospitais....
Publicado em
Por Deyvid Alan

A startup curitibana PiáTech, liderada pelo engenheiro mecânico Daniel Delfino, pelo engenheiro mecatrônico Everton Ramires e pelo publicitário Diego Stavitzki, acaba de lançar o robô Lili, um aparelho esterilizador que consegue inativar vírus, bactérias e fungos presentes em qualquer ambiente por meio de raios UVC em até 30 minutos, com uma eficácia próxima de 100%. O design da peça tem a assinatura do arquiteto Felipe Guerra.
O nome do robô homenageia Dona Lili, vó da esposa de Stavitzki, que faleceu em maio, aos 92 anos, na cidade do Rio de Janeiro em decorrência da Covid-19. Lili, libanesa que havia sobrevivido à Guerra Civil do Líbano (1975-1990), agora foi carinhosamente apelidada pelos empresários de “Lili Trooper, Virus destroyer”.
“Como Lili foi o ponto de partida do desenho, o design tem uma forma mais feminina, bem espacial e supersimpática”, descreve Guerra. “O protótipo é de metal com cobertura de aço inox, que pode receber tinta náutica depois; rodinhas, para facilitar a locomoção, e um feixe de luz de 360 graus, criando um grande globo de luz, que otimiza a aplicação.” O robô tem 2 metros de altura, 60 kg e passa sem problema pela portas convencionais, para atuar em escolas, escritórios, hotéis e hospitais.
Fonte: Tribuna / PiáTech
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