
Pai acusado de estuprar e matar bebê vira alvo de fúria: “Que você queime no fogo do inferno”
Pai confessa ter “mexido” em bebê que morreu durante relação com a esposa Delegado detalha atendimento a caso de bebê morta após abuso de pai Desde a revelação...
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Por Silmara Santos
As redes sociais do homem suspeito de estuprar e causar a morte da própria filha, Ísis Ojeda da Silva, de apenas 1 ano e 9 meses, tornaram-se palco de manifestações de revolta e indignação por parte de internautas, após a divulgação do caso ocorrido em Camapuã, município localizado a 135 quilômetros de Campo Grande (MS).
- Pai confessa ter “mexido” em bebê que morreu durante relação com a esposa
- Delegado detalha atendimento a caso de bebê morta após abuso de pai
Desde a revelação do crime, comentários de forte teor emocional e ofensivo passaram a dominar as fotos de perfil do acusado. Entre xingamentos, insultos e ameaças, a população expressa seu repúdio ao ato cometido e exige justiça. “Demônio! Desgraçado! Que você queime no fogo do inferno eternamente pela crueldade que cometeu contra a sua filha. Você e a safada da mãe da bebê!”, escreveu uma usuária, visivelmente abalada com o ocorrido.
A comoção foi tamanha que alguns internautas chegaram a pedir por atos de violência contra o suspeito. “Vai virar puta na cadeia, seu comédia! Tomara que façam o mesmo com você e que te torturem até você não aguentar mais”, afirmou outra pessoa, em tom de ameaça.
O crime, que chocou moradores de Camapuã e internautas de todo o país, ocorreu na quarta-feira (9). Segundo informações, Ísis Ojeda da Silva foi estuprada pelo pai enquanto ele mantinha relações sexuais com a mãe da criança. Após o ato, o suspeito teria ido trabalhar, relatando que a filha “estava bem”. Horas depois, a criança apresentou sinais de mal-estar e foi levada ao hospital da cidade, onde faleceu.
Ao ser detido, o homem confessou o crime e alegou não ter conseguido controlar seus impulsos sexuais, justificando-se pelo fato de ter sido abusado por um primo durante a infância.
A Polícia Civil de Camapuã investiga o caso, que segue gerando grande repercussão e indignação na comunidade local e nas redes sociais.
Fonte: Top Mídia News
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