Gaeco deflagra a Operação Dinheiro Fácil, com o cumprimento de três mandados de prisão e cinco de busca e apreensão em Pato Branco e Francisco Beltrão

Os alvos dos mandados de prisão são dois detentos e a esposa de um deles, apontados como responsáveis por receber e levar os aparelhos até a......

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Por Ministério Público do Paraná

O Núcleo de Francisco Beltrão do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná deflagrou nesta quarta-feira, 9 de julho, a Operação Dinheiro Fácil, com o cumprimento de três mandados de prisão preventiva e cinco de busca e apreensão em Pato Branco e Francisco Beltrão, no Sudoeste do estado. A operação busca desarticular uma associação criminosa responsável pela entrada de aparelhos de telefonia celular na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão.

Áudio do promotor de Justiça Tiago Vacari

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Os alvos dos mandados de prisão são dois detentos e a esposa de um deles, apontados como responsáveis por receber e levar os aparelhos até a penitenciária. As buscas foram cumpridas nas residências dos investigados. Durante o cumprimento das medidas, a mulher investigada foi presa em flagrante por fraude processual (ela tentou apagar mensagens do seu celular no momento das buscas) e foram apreendidos equipamentos eletrônicos e documentos que serão periciados como parte da atividade investigativa.

Agente terceirizado – A investigação teve início em janeiro deste ano, quando a Polícia Militar encontrou oito celulares com um agente de cadeia terceirizado. O agente, que estava temporariamente prestando serviços em Londrina, mas era lotado na unidade de Francisco Beltrão, entregaria os aparelhos a um detento no interior da penitenciária, recebendo R$ 10 mil por aparelho. Foi constatado ainda que o veículo que o agente conduzia no momento da abordagem havia sido recebido como forma de propina pela entrega dos celulares.

Dando prosseguimento às apurações, o Gaeco identificou outras duas pessoas associadas ao grupo criminoso, que seriam responsáveis pela aquisição e entrega dos aparelhos ao agente de cadeia. Uma delas foi presa por tráfico de drogas no decorrer da investigação.

Referência – O nome dado à operação remete ao fato de que em apenas três meses de atividade criminosa o agente de cadeia recebeu aproximadamente R$ 150 mil.

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Fonte: MPPR

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