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Bortoleto lamenta quebra do assoalho e desempenho da Sauber na Inglaterra: ‘Complicado’

Com a suspensão antiga, sem as atualizações mais recentes, Bortoleto não passou do Q1 no treino de classificação, ocupando o 17º lugar, mas vai largar em...

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Por Agência Estado

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Após deixar a Áustria com o oitavo lugar no grid e também na corrida, Gabriel Bortoleto esperava manter o desempenho no restante da temporada de Fórmula 1, mas teve seus planos frustrados logo na semana seguinte. Além da queda de desempenho da Sauber nos treinos para o GP da Inglaterra, que será realizado neste domingo, o brasileiro teve seu carro danificado, neste sábado, ao rodar e bater na zebra no terceiro treino livre.

Com a suspensão antiga, sem as atualizações mais recentes, Bortoleto não passou do Q1 no treino de classificação, ocupando o 17º lugar, mas vai largar em 16º em decorrência de punição a Oliver Bearman, que estará alinhado logo atrás – com uma Haas que se mostrou potente com as atualizações. A expectativa para a prova, porém, não é das melhores.

“Acho que fiz uma volta decente, tentei tirar o que dava do carro, mas tem sido um fim de semana bem complicado para a equipe em geral”, lamentou o brasileiro em entrevista à Band. “No treino 3, escapei e acabei quebrando o assoalho e tive de usar uma versão anterior do ‘upgrade’ que a gente tinha”, explicou.

Com a troca do assoalho por outro mais instável, o brasileiro, que tinha marcas muito superiores em relação a Nico Hülkenberg nas primeiras atividades na Inglaterra, perdeu ritmo e correu próximo do companheiro de equipe na classificação. “Não tem sido o melhor final de semana, fiz um bom trabalho no quali, todas as voltas que dei foram boas, mas faltou aquele pouquinho para a gente passar para o Q2.”

Bortoleto evitou justificar a má posição no grid de largada pelas condições climáticas em Silverstone – a classificação foi marcada por garoa, sol e ventos em um curto intervalo de tempo -, que deixarão os carros instáveis no circuito. Para ele, falta rendimento aos carros da Sauber.

“O vento muda muito e, como os carros têm muita aerodinâmica, é possível facilmente perder o carro em uma curva ou correr dois décimos mais rápido sem entender o motivo, só por causa do vento. Mas é assim para todo mundo, não foi o que nos afetou”, explicou. “Foi uma questão de performance e hoje não fomos capazes de chegar ao Q3 ou ao Q2.”

Apesar do pessimismo, o brasileiro espera brigar para pontuar novamente na Fórmula 1 na corrida deste domingo, a 12ª etapa da temporada, no GP da Inglaterra, a partir das 11h (horário de Brasília).

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