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Imagem referente a Mulher chega à UPA com sinais de espancamento e médicos acionam PM; marido ciumento é detido
Imagem ilustrativa - Crédito: Plantão Maringá

Mulher chega à UPA com sinais de espancamento e médicos acionam PM; marido ciumento é detido

Ao chegar à UPA, os policiais constataram que a mulher estava sendo atendida na emergência, apresentando lesões na face, escoriações no pescoço e um corte na...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Mulher chega à UPA com sinais de espancamento e médicos acionam PM; marido ciumento é detido
Imagem ilustrativa - Crédito: Plantão Maringá

Na noite de ontem, segunda-feira (30), uma mulher deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) 24 horas de Marechal Cândido Rondon, vítima de agressão. A Polícia Militar foi acionada via COPOM após receber a informação sobre a chegada da paciente com ferimentos.

Ao chegar à UPA, os policiais constataram que a mulher estava sendo atendida na emergência, apresentando lesões na face, escoriações no pescoço e um corte na parte frontal da cabeça, o qual estava sendo suturado pela equipe médica. Inicialmente, ao ser questionada sobre a origem dos ferimentos, a vítima alegou ter sofrido uma queda em sua residência. Contudo, posteriormente, em nova conversa com os policiais, relatou ter sido agredida pelo marido por motivos de ciúmes.

Segundo o depoimento da vítima, ela já havia sido agredida em outras ocasiões pelo companheiro. Na data de ontem, o agressor teria desferido diversos socos em seu rosto, resultando nas lesões observadas. Durante o ataque, o indivíduo ainda teria proferido ameaças de morte contra a mulher.

O suspeito encontrava-se na UPA 24 horas no momento do atendimento. Diante dos fatos, das evidências das lesões e da manifestação da vítima em representar criminalmente contra o autor, a equipe policial deu voz de prisão ao homem, conduzindo-o à 47ª Delegacia Regional de Polícia Civil (DRPC) para os procedimentos cabíveis.

A vítima solicitou medida protetiva, afirmando temer por sua vida. A filha do casal, de apenas nove meses, ficou sob os cuidados da tia materna. Já a mulher permaneceu internada na UPA 24 horas, em observação, devido à suspeita de lesão neurológica.

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