
Pesquisa aponta que maioria dos brasileiros vê picanha mais cara no governo Lula
Por outro lado, 21,7% dos participantes acreditam que os preços permanecem iguais aos do governo anterior, 14,1% consideram que a carne está “um pouco mais barata”...
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Por Diego Cavalcante

Uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta segunda-feira (30) revelou que a maioria dos brasileiros percebe aumento no preço da picanha desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). De acordo com o levantamento, 33,2% dos entrevistados disseram que o corte está “muito mais caro”, enquanto 16,8% afirmaram que está “um pouco mais caro”.
Por outro lado, 21,7% dos participantes acreditam que os preços permanecem iguais aos do governo anterior, 14,1% consideram que a carne está “um pouco mais barata” e apenas 3,8% disseram que está “muito mais barata”. Outros 10,5% responderam que não souberam ou não se lembram.
A pesquisa entrevistou 2.020 pessoas em todos os estados do país e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Entre os entrevistados, 955 são homens e 1.065 são mulheres.
A picanha foi um dos símbolos da campanha presidencial de Lula em 2022, utilizada como promessa de melhora no poder de compra da população. No entanto, a percepção de alta nos preços é mais acentuada entre os homens: 34% disseram que a picanha está “muito mais cara”, contra 32,4% das mulheres.
Por região, a avaliação de que o preço subiu “um pouco” é maior no Sul (20,1%), seguido por Nordeste (17,1%), Sudeste (16,7%) e Norte + Centro-Oeste (13%). Já a sensação de que o preço caiu “um pouco” aparece mais no Nordeste (20,5%), seguido de Sudeste e Norte + Centro-Oeste (ambos com 12%) e Sul (9,9%).
Entre os que acreditam que a picanha ficou “muito mais barata”, o Nordeste também lidera com 5,2%, seguido do Sul (4,6%), Norte + Centro-Oeste (3%) e Sudeste (2,8%).
Percepção de alta nos preços atinge 71% dos brasileiros
Além da picanha, a pesquisa também perguntou sobre os preços nos supermercados de maneira geral. Segundo o levantamento, 71,4% dos brasileiros acreditam que os preços aumentaram desde que Lula voltou ao poder. Para 17,2%, os valores permaneceram os mesmos, 9,4% notaram uma redução, e 2,1% não souberam responder.
A percepção de aumento é maior entre os moradores da Região Sul (77,9%), seguida por Sudeste (76,1%), Norte + Centro-Oeste (71%) e Nordeste (60,4%). A diferença entre homens e mulheres é pequena: 71,5% das mulheres disseram ter notado alta nos preços, contra 71,2% dos homens.
Entre os que notaram queda nos valores, o Nordeste lidera novamente com 13%, seguido por Norte + Centro-Oeste (10,3%), Sul (8,3%) e Sudeste (7%). Nesse grupo, 10,1% são mulheres e 8,7% homens.
Com informações do Metrópoles
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