BC avalia que condições financeiras ficaram menos restritivas entre março e junho
“No início de abril, o Indicador de Condições Financeiras (ICF), calculado pelo BC, teve pico restritivo em função do anúncio de medidas tarifárias pelos EUA, que...
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Por Agência Estado
As condições financeiras do Brasil se tornaram menos restritivas entre março e meados de junho, refletindo a queda global do dólar e a valorização do real, destaca o Banco Central no Relatório de Política Monetária (RPM) do segundo trimestre, publicado nesta quinta-feira, 26.
“No início de abril, o Indicador de Condições Financeiras (ICF), calculado pelo BC, teve pico restritivo em função do anúncio de medidas tarifárias pelos EUA, que afetaram principalmente as variáveis dos grupos referentes a risco, moedas e mercado de capitais. Entretanto, esse movimento foi logo revertido, e as condições financeiras chegaram em meados de junho em níveis menos restritivos do que os de março”, diz a autarquia.
Além do comportamento do câmbio, a redução do ICF também foi puxada pela valorização das bolsas de valores do Brasil e do exterior, pela elevação dos preços de commodities agrícolas, e pela queda do Vix e do prêmio de risco do País, dos juros futuros domésticos e do preço do petróleo.
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