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Imagem referente a Humorista é denunciado por matar Raíssa da Silva, de 23 anos, asfixiada e enterrar corpo em mata

Humorista é denunciado por matar Raíssa da Silva, de 23 anos, asfixiada e enterrar corpo em mata

Natural do estado da Bahia, Raíssa residia em Curitiba havia três anos. Segundo as investigações, ela conhecia Marcelo desde a adolescência e mantinha com ele uma...

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Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Humorista é denunciado por matar Raíssa da Silva, de 23 anos, asfixiada e enterrar corpo em mata

O Ministério Público do Paraná denunciou Marcelo Alves dos Santos, de 40 anos, pelo crime de feminicídio, em decorrência da morte de Raíssa Suelen Ferreira da Silva, de 23 anos, ocorrida no último dia 2 de junho, em Curitiba. A denúncia foi formalizada nesta segunda-feira (23) pela 6ª Promotoria de Justiça de Crimes Dolosos contra a Vida.

Natural do estado da Bahia, Raíssa residia em Curitiba havia três anos. Segundo as investigações, ela conhecia Marcelo desde a adolescência e mantinha com ele uma relação de confiança, vendo-o como uma figura paterna. A jovem mudou-se para a capital paranaense após receber de Marcelo a promessa de melhores oportunidades de trabalho.

No dia do crime, Marcelo teria atraído Raíssa sob o pretexto de uma viagem a São Paulo em busca de emprego. Ela embarcou no carro utilizado pelo acusado, que não era de sua propriedade, mas havia sido emprestado por outro homem, também denunciado por participação nos fatos. Em vez de seguirem viagem, Marcelo levou Raíssa até sua residência, em Curitiba, onde, segundo a denúncia, utilizou de dissimulação para atrair a vítima ao local e, após investidas rejeitadas pela jovem, matou-a por asfixia. O crime teria sido cometido com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Após o homicídio, Marcelo, com o auxílio de um cúmplice que residia na mesma casa e com quem mantinha relação de pai e filho, tentou ocultar o crime. Ambos alteraram a cena, apagando vestígios, e ocultaram o corpo de Raíssa, enterrando-o em uma área de mata no município de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. O acusado confessou a autoria dos crimes e encontra-se preso preventivamente.

A denúncia do Ministério Público sustenta a prática dos crimes de feminicídio, agravado pelo contexto de violência doméstica e familiar, e por menosprezo à condição de mulher, além de ocultação de cadáver e fraude processual.

O outro homem envolvido, responsável por obter o veículo usado no crime, foi denunciado por fraude processual e ocultação de cadáver. Ele permanece sob investigação por possível participação no feminicídio e está preso temporariamente. O inquérito deverá ser concluído em até 30 dias.

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