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Inverno: quando frente fria com massa de ar polar chega a SP?

“Ao longo da estação, são esperadas temperaturas abaixo de 10°C em diversas regiões do Estado, especialmente durante a passagem de frentes frias. A previsão também indica...

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Por Agência Estado

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Nos primeiros dias de julho, a chegada de uma frente fria, seguida por uma massa de ar polar, deve causar pancadas de chuva generalizadas, com possibilidade de raios e rajadas de vento, além de quedas bruscas de temperaturas, intensificando a sensação de frio no Estado de São Paulo. A previsão é da Defesa Civil do Estado, conforme divulgação feita nesta sexta-feira, 20, dia em que tem início o inverno no Brasil.

“Ao longo da estação, são esperadas temperaturas abaixo de 10°C em diversas regiões do Estado, especialmente durante a passagem de frentes frias. A previsão também indica chuvas ocasionais associadas a essas frentes, com destaque para o mês de julho”, projeta o órgão estadual.

Uma nova massa de ar frio, prevista para a transição entre a primeira e a segunda quinzena do mês, também causará declínio térmico, mas de forma mais amena.

No Estado paulista, o inverno deste ano deve ser marcado por características mais típicas da estação, de acordo com o órgão estadual. Sem a influência de fenômenos como El Niño e nem La Niña, a neutralidade climática favorece padrões mais tradicionais do inverno paulista, com registro nos próximos meses de episódios de frio intenso e alternância entre períodos úmidos e secos.

Na maior parte do País, o inverno deve apresentar temperaturas médias a mais altas. Entre agosto e setembro, também são esperados termômetros em elevação no Estado paulista.

“Podemos ter eventos de onda de frio mais intensas, que podem avançar até a região central, mas não serão frequentes”, diz Paulo Lombardi, meteorologista da Tempo OK.

Cena de frio na região da Avenida Paulista.
Cena de frio na região da Avenida Paulista. Foto: Felipe Rau/Estadão – 12/06/2025
A expectativa é que agosto comece com tempo mais seco e temperaturas elevadas, o que pode resultar no aumento de queimadas e incêndios florestais.

“No entanto, a segunda quinzena trará o retorno do frio, com a atuação de massas de ar polar que derrubarão novamente os termômetros, repetindo o padrão de quedas intensas no início e no fim do mês”, afirma a Defesa Civil do Estado.

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A previsão para setembro indica aumento das chuvas e elevação das temperaturas. A umidade da Amazônia e do oceano, junto com frentes frias, aumentará a incidência de precipitações no decorrer do mês. “O risco de incêndios florestais deverá ser menor que o registrado no mesmo período de 2024”, prevê o órgão estadual.

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