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Líder do PL diz verificar possibilidade de, ao mesmo tempo, derrubar os 2 decretos sobre o IOF

Segundo líderes de bancadas, caso o novo decreto do IOF seja derrubado, passa a valer o decreto anterior, que a oposição considera como “piorado”. Dessa forma,...

Publicado em

Por Agência Estado

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O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou nesta quinta-feira, 12, que verificará a possibilidade de que os deputados possam aprovar, ao mesmo tempo, a derrubada dos dois decretos do governo relacionados ao Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). As declarações ocorreram após reunião de líderes da Câmara na manhã desta quinta-feira, 12.

Segundo líderes de bancadas, caso o novo decreto do IOF seja derrubado, passa a valer o decreto anterior, que a oposição considera como “piorado”. Dessa forma, de acordo com Sóstenes, a oposição também atuará para derrubar o decreto anterior.

“Derrubando esse decreto no mérito, valerá o decreto que é piorado, o da semana passada. Inclusive, o governo deve explicações à sociedade do quanto arrecadou com o decreto anterior”, afirmou Sóstenes, que continuou: “Nós estamos dispostos a derrubar o (decreto) desta madrugada e o da semana passada, porque o pagador de impostos não pode continuar sendo surrupiado por esse governo irresponsável que não quer conter gastos.”

O líder do PL disse que, caso seja aprovada a derrubada do novo decreto, será necessário “partir para cima” do decreto anterior imediatamente. “Estamos vendo com a assessoria da Câmara se seria possível uma ‘apensação’ para, numa votação só, a gente derrubar os dois (decretos). Não sendo possível, nós votaremos os dois, porque não vamos aceitar como oposição que a carga tributária seja aumentada como solução mágica”, declarou.

Durante a reunião, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu incluir na pauta do plenário a votação de um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) para sustar o decreto presidencial que publicou novas regras sobre o IOF, com uma “recalibragem” das medidas instituídas anteriormente e que causaram má repercussão no Congresso.

Segundo deputados presentes na reunião, ainda não está decidido se será votado o mérito do PDL. A votação da urgência deve ocorrer na segunda-feira, 16.

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