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Motta: talvez País esteja precisando de um ‘shutdown’ para todo mundo sair da zona de conforto

Na ocasião, Motta listou medidas debatidas na reunião realizada no domingo, 8, entre integrantes da equipe econômica do governo e lideranças do Congresso Nacional para definir...

Publicado em

Por Agência Estado

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que talvez seja necessário um “shutdown” para que haja uma revisão dos gastos públicos. As declarações ocorreram durante debate promovido pelos jornais Valor Econômico, O Globo e a rádio CBN com o tema “Agenda Brasil, o cenário fiscal brasileiro”, na manhã desta segunda-feira 9.

Na ocasião, Motta listou medidas debatidas na reunião realizada no domingo, 8, entre integrantes da equipe econômica do governo e lideranças do Congresso Nacional para definir alternativas à alta do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

“Chegou a um certo momento lá na discussão em que um determinado ator importante do governo disse: vai ter um shutdown se derrubar a medida do IOF. Eu disse: talvez seja o que o Brasil esteja precisando para todo mundo sair da sua zona de conforto. Está todo mundo olhando a situação, mas ninguém quer abrir mão de nada”, afirmou o parlamentar.

Motta continuou: “O cara que tem um incentivo não quer deixar de ter um incentivo. Quem está ali ganhando salário acima do teto não quer deixar de ganhar o salário acima do teto. O Parlamento não quer discutir corte de emendas. O governo não quer discutir isso porque mexe na base tal. Então, talvez seja isso que o Brasil precise para a gente fazer uma reavaliação daquilo que não está certo.”

Durante o evento, Motta disse que houve pouco debate sobre medidas “estruturantes” na reunião do domingo. Além disso, segundo o presidente da Câmara, o Congresso ainda deve avaliar se concorda com as propostas do governo que servirão de alternativa às mudanças na cobrança do IOF e pode haver um “descasamento”.

No domingo, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou que o governo editará uma medida provisória para “recalibrar” o decreto que elevou as alíquotas do IOF, há duas semanas. O instrumento tem validade imediata, mas temporária, e deve ser aprovado pelo Congresso para entrar em vigor de forma permanente.

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