
Família de mulher trans acompanha júri de serial killer que se dizia “guiado por anjo”
Os crimes cometidos por Albino, que incluíram 18 assassinatos entre 2019 e 2024, foram elucidados após uma minuciosa investigação da Polícia Civil de Alagoas e exames...
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Por Silmara Santos
O Fórum do Barro Duro foi palco de um julgamento que chocou a população alagoana nesta sexta-feira (6/5). Familiares de Louise Gbyson Vieira de Melo, mulher trans assassinada, estiveram presentes para acompanhar o júri de Albino Santos de Lima, 47 anos, apontado como o maior serial killer da história do estado de Alagoas.
Os crimes cometidos por Albino, que incluíram 18 assassinatos entre 2019 e 2024, foram elucidados após uma minuciosa investigação da Polícia Civil de Alagoas e exames periciais realizados pelo Instituto de Criminalística. As vítimas, todas com menos de 25 anos, foram brutalmente tiradas de seus familiares e amigos.Louise Gbyson, uma das vítimas de Albino, era descrita por seus entes queridos como uma pessoa amiga e tranquila. A jovem, que estava em período de estudos e tinha planos de ingressar na faculdade, teve sua vida interrompida de maneira trágica.O comportamento perturbador de Albino não se limitava aos assassinatos. O acusado também visitava cemitérios para tirar selfies nas lápides de suas vítimas. Em depoimento, Albino afirmou que cometeu um dos assassinatos enquanto estava “possuído” e sob ordens do “Arcanjo Miguel”.O julgamento desta sexta-feira se referia ao crime ocorrido em 21 de junho de 2024, no bairro Ponta Grossa. Na ocasião, Albino teria invadido a casa de uma mulher e pedido ajuda ao namorado dela, Emerson Wagner da Silva. Ao perceber que estava sendo seguido, Albino atirou contra Emerson e um amigo, que conseguiu fugir.
Com informações de Metrópoles.
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