
Julgamento de Aline de Melo Canhet: Defesa admite homicídio mas irá contestar qualificadora
Dias após o crime, o autor, que teria mantido um breve relacionamento com a vítima, foi preso pela Delegacia de Homicídios em Foz do Iguaçu. Durante...
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Por Fábio Wronski

Na manhã desta quarta-feira (04), o acusado do feminicídio de Aline de Melo Canhet, está em julgamento pelo júri popular no Tribunal do Júri de Cascavel. O crime ocorreu no dia 14 de janeiro deste ano, quando Aline, de 27 anos, foi morta com um tiro na cabeça em uma residência no Bairro Cascavel Velho.
Dias após o crime, o autor, que teria mantido um breve relacionamento com a vítima, foi preso pela Delegacia de Homicídios em Foz do Iguaçu. Durante o inquérito, uma mulher, companheira do réu, se apresentou à Polícia Civil de Cascavel, e confessou a autoria do crime, alegando desavença com Aline.
No entanto, essa versão não foi confirmada pelas autoridades e Giovana foi denunciada pelo Ministério Público por fraude processual. Nesta manhã, ambos foram levados a julgamento.
O advogado de defesa, Verli Farias, informou que a estratégia de defesa é questionar a qualificadora de feminicídio, alegando que Diego e Aline não tinham um relacionamento estável e teriam se encontrado apenas uma vez. Farias também esclareceu que Giovana tentou assumir a autoria do crime por amor a Diego.
Durante o processo, chegou-se a supor que Aline estivesse grávida, mas exames comprovaram que ela não estava em gestação. Farias destacou que não há provas de agressão por parte de Diego contra Aline, nem evidências de que ela estivesse grávida dele.
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