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O PIB cresceu, mas quem carrega o Brasil nas costas é quem a esquerda mais odeia

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É preciso dizer com todas as letras: o Brasil só não afundou porque o campo produziu, colheu, exportou e gerou riqueza real.
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Imagem Ilustrativa / Depositphotos

Por Redação CGN

Atualizado em

A esquerda comemorou o crescimento de 1,4% do PIB no primeiro trimestre de 2025 como se estivéssemos na iminência de um novo milagre econômico. Lula postou, os militantes vibraram e a narrativa foi lançada: “O Brasil está crescendo!”. Mas como todo bom conservador sabe, uma análise madura se faz com dados. E quando se mergulha nesses números, a história é bem diferente – e bastante reveladora.

Quem sustentou esse crescimento foi, mais uma vez, o setor que a esquerda ama odiar: o agronegócio. Com um crescimento robusto de 12%, o agro foi responsável por praticamente todo o avanço do PIB no período. Indústria? Encolheu. Setor de serviços? Andou de lado, com um pífio 0,3%. Ou seja, sem o agro, esse “PIB histórico” se esfarelava como as promessas eleitorais do PT.

É preciso dizer com todas as letras: o Brasil só não afundou porque o campo produziu, colheu, exportou e gerou riqueza real. E isso incomoda profundamente a turma que vive de narrativas ideológicas. Aqueles que chamam o agro de “fascista”, que o acusam de destruir o meio ambiente, de concentrar renda, de ser um entrave ao “progresso social”, agora precisam engolir o fato de que o tal “fascista do agro” é quem está colocando comida na mesa – inclusive na deles.

Enquanto isso, a indústria, que sempre foi vista como um símbolo do Brasil moderno e urbano, afunda em sua própria estagnação. E o setor de serviços, com uma economia enfraquecida pela intervenção estatal e por uma carga tributária sufocante, mal consegue respirar.

E o povo? A renda real não aumenta. O PIB per capita continua entre os piores da América Latina. Um número agregado de crescimento não enche o bolso do trabalhador, não reduz a informalidade, não cria oportunidades. É maquiagem estatística quando não se reflete no cotidiano da população.

Portanto, é no mínimo irônico ver os mesmos que demonizam o agronegócio, aplaudirem um PIB que só foi positivo porque o agro cresceu. A esquerda está num dilema ideológico: ou agradece ao setor que detesta, ou admite que, sem ele, o governo que ela idolatra estaria afundando em mais um trimestre de recessão.

O Brasil precisa sim comemorar os bons resultados, mas com consciência de quem os produz. E se há algo que devemos aprender com esses dados, é que o país real – o que produz, exporta, emprega e paga impostos – está longe da bolha dos discursos de gabinete. O Brasil real está no campo, sob o sol, no suor dos produtores rurais que, mesmo atacados, seguem sustentando a economia.

Se o governo quiser mesmo crescimento sustentável, precisa parar de sabotar quem faz o país crescer. E a esquerda, se quiser ter algum compromisso com a realidade, precisa aprender a agradecer ao agro antes de atacá-lo com slogans vazios. O Brasil cresce – quando deixam o agro trabalhar.

CGN – A informação em tempo real.

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