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Reprodução: Instagram

Pastor chuta Bebê Reborn durante culto e caso repercute nas redes

Segundo relatos e o próprio vídeo, inicialmente o pastor acreditou que se tratava de um bebê de verdade. Ao chamar a mulher ao púlpito, ela explicou...

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Por Diego Cavalcante

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Pastor chuta Bebê Reborn durante culto e caso repercute nas redes

Um vídeo gravado durante um culto na Igreja Família de Deus, em São Paulo, viralizou nas redes sociais e causou indignação. Nas imagens, o líder da igreja, Bispo Baeta, aparece chutando um boneco do tipo bebê reborn diante dos fiéis após ser surpreendido por uma fiel que levou o objeto ao altar e pediu que ele fosse “apresentado a Deus”.

Segundo relatos e o próprio vídeo, inicialmente o pastor acreditou que se tratava de um bebê de verdade. Ao chamar a mulher ao púlpito, ela explicou que o objeto era um boneco realista, usado por algumas pessoas como forma de conforto emocional. Ela teria levado o bebê reborn com a intenção de receber uma oração.

Ao descobrir que se tratava de um boneco, o bispo reagiu com espanto, citou uma passagem bíblica e, em seguida, chutou o boneco, jogando-o ao chão. O ato ocorreu sob olhares de surpresa dos fiéis presentes. Logo após, ele usou a Bíblia para repreender o que chamou de “idolatria” e alertar os membros da igreja sobre o perigo de vínculos emocionais com objetos que imitam seres humanos.

O próprio Bispo Baeta divulgou o vídeo em suas redes sociais, o que gerou forte repercussão e críticas por parte do público. Muitos internautas classificaram a atitude como desrespeitosa e insensível, enquanto outros apoiaram o líder religioso, afirmando que ele agiu em defesa da fé cristã.

A polêmica surge em um momento em que o Congresso Nacional analisa o Projeto de Lei 2323/2025. A proposta busca garantir atendimento psicológico gratuito pelo SUS para pessoas que desenvolvem laços afetivos intensos com bonecos, robôs ou figuras realistas que simulam seres humanos.

Especialistas em saúde mental explicam que o apego a esses objetos pode estar relacionado a quadros de ansiedade, depressão, luto ou solidão, e que casos assim devem ser tratados com empatia e acompanhamento psicológico — e não com julgamento ou agressividade.

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