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Imagem referente a Inquérito conclui que taxista de 70 anos foi chamado para falsa corrida e espancado até a morte

Inquérito conclui que taxista de 70 anos foi chamado para falsa corrida e espancado até a morte

Foto: Reprodução/Redes Sociais....

Publicado em

Por Fábio Wronski

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Imagem referente a Inquérito conclui que taxista de 70 anos foi chamado para falsa corrida e espancado até a morte

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu o inquérito que apurava o latrocínio do taxista José Carlos Rossi, de 70 anos, ocorrido em 22 de abril de 2025, em Cambé, na região Norte do Paraná. O crime, que chocou a comunidade local pela brutalidade, resultou na prisão preventiva de quatro pessoas.

O caso começou quando a vítima foi abordada por quatro indivíduos que fingiram precisar de uma corrida até Londrina. No entanto, em uma área pouco movimentada, o grupo anunciou o assalto, agrediu Rossi e o manteve refém no porta-malas de seu próprio veículo.

Os criminosos levaram Rossi até uma área rural de Cambé, onde o taxista foi brutalmente assassinado com golpes físicos e o uso de uma barra de ferro. Após o crime, os indivíduos fugiram com o carro da vítima e venderam seus pertences e acessórios do veículo durante a fuga até o interior de São Paulo. O telefone celular de Rossi, por exemplo, foi trocado por drogas.

Segundo o delegado Jayme José de Souza Filho, o veículo foi finalmente localizado em Botucatu (SP), com os quatro suspeitos a bordo. As prisões temporárias foram decretadas e, posteriormente, convertidas em preventivas.

“A mulher que fazia parte do grupo conseguiu fugir do sistema prisional, mas foi recapturada dias depois por policiais paulistas. A investigação da PCPR revelou que o crime foi planejado com antecedência”, explica o delegado.

A investigação também descobriu que um casal entre os acusados já havia contratado Rossi em outras ocasiões, estabelecendo um contato prévio com a vítima. A intenção do grupo era vender o veículo em Sorocaba (SP), onde já haviam identificado possíveis receptadores.

Durante o inquérito, a PCPR realizou diligências, coletou imagens de câmeras de segurança, ouviu testemunhas, interrogou os suspeitos e analisou laudos periciais. Ao final da apuração, os quatro envolvidos foram indiciados por latrocínio e associação criminosa. Todos possuíam antecedentes criminais. O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público para as providências cabíveis.

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