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Piscadas, olhares e comentários: mãe denuncia assédio por parte de professor em colégio de Cascavel

A reclamação é de que após uma mudança de sala, a estudante tem se sentido desconfortável com a postura de um professor. Conforme relatado em ata...

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Por Paulo Eduardo

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Piscadas, olhares e comentários: mãe denuncia assédio por parte de professor em colégio de Cascavel

Na noite desta quinta-feira (22) a mãe de uma aluna do CEEP (Centro Estadual de Educação Profissional) Pedro Boaretto Neto, conversou com a CGN sobre uma situação que tem causado desconforto na filha durante o ambiente escolar.

A reclamação é de que após uma mudança de sala, a estudante tem se sentido desconfortável com a postura de um professor. Conforme relatado em ata após uma reunião entre mãe, filha e a direção do CEEP, o docente estaria piscando para a aluna ao final das frases sobre o conteúdo.

Além disso, o clima de tensão e de desconforto também estaria ocorrendo pelos corredores do colégio. O relato é de que o professor, ao passar por ela, diz coisas em voz baixa, de forma que ela não consegue compreender, mas observa que ele sempre comenta algo.

Em um dos episódios, o professor teria insinuado que sentaria “do ladinho” da aluna, conforme conta a mãe:

“A minha filha é de menor de idade e relatou para a irmã dela, que é de maior, que ela estava sofrendo assédio do professor. Disse que os assédios aconteciam de forma verbal, que ele ficava toda hora falando para ela, chamando ela pelo nome. Tudo que tinha que falava dentro da sala, ele tinha que tocar no nome dela. Teve um episódio que ela pediu para a colega dela, qual página que era, que tinha que copiar a tarefa. O professor falou para ela assim: se você quiser eu vou aí e sento do seu ladinho, eu vou aí bem pertinho e sento bem do seu ladinho”.

A situação estaria ocorrendo há cerca de 15 dias, mas a aluna não procurou apoio inicialmente por medo de represálias, ou até mesmo perseguição por parte do professor, acreditando que poderia prejudicar seu desempenho.

Além disso, conforme a mulher, um colega da jovem notou os episódios e alertou a estudante:

“Um colega dela, que inclusive está registrado na ata, falou para minha filha o seguinte: abre seu olho, esse professor está com segundas intenções com você. Avisa a sua família, avisa a sua mãe, porque não é normal o que ele está fazendo”.

Em reunião com a direção, a estudante afirmou que outros alunos da classe também estão se sentindo desconfortáveis com as atitudes do professor. Diante disso, mãe e filha decidiram detalhar o caso e cobrar por providências.

“Não é só a minha filha relatando isso, é praticamente todos os alunos da sala relatando. Estou sentindo que eu não estou tendo retorno do colégio. Ontem eu mandei mensagem, não me responderam, não estou tendo retorno deles. Está sendo bem desagradável a situação. Do jeito que está, não dá para continuar”.

A direção do colégio informou que a situação está sendo tratada com seriedade: “a escola conversará com o professor envolvido e realizará o devido encaminhamento, mantendo a família informada sobre as ações tomadas”.

A CGN entrou em contato com o SEED-PR (Secretaria Estadual de Educação do Paraná) para buscar mais informações sobre a denúncia. Até o fechamento da matéria, não houve retorno.

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