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Advogada é presa por suspeita de invadir casa e agredir três irmãs

Ela foi presa por ameaça, invasão domiciliar e lesão corporal. O companheiro da agressora, de 39 anos, que também ajudou a segurar as vítimas para que...

Publicado em

Por Agência Estado

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Uma advogada, de 36 anos, é suspeita de invadir uma residência em Sinop, município de Mato Grosso, e agredir outra mulher, também advogada, e suas duas irmãs que estavam com ela na casa. Conforme a Polícia Militar de Mato Grosso, o caso foi registrado na manhã de sábado, 17.

Ela foi presa por ameaça, invasão domiciliar e lesão corporal. O companheiro da agressora, de 39 anos, que também ajudou a segurar as vítimas para que sua mulher batesse nelas, foi preso em flagrante por ameaça e invasão de propriedade. A defesa do casal não foi localizada.

Conforme a ocorrência, a vítima teria descoberto a traição do marido e ido até a residência da agressora onde ele estava para buscar a chave do carro. Ao retornar para sua casa, deixou o portão aberto porque uma pessoa chegou para limpar a piscina.

Neste momento, a agressora e o companheiro invadiram a residência dela. A mulher partiu para cima da vítima a agredindo. As irmãs tentaram impedir, mas foram seguradas pelo companheiro da agressora. Neste momento, elas também acabaram sendo agredidas pela mulher. As vítimas têm entre 24 e 29 anos.

Segundo uma delas, a mulher estava totalmente desequilibrada e, inclusive, rasgou o vestido de uma das vítimas que ficou nua na frente de todos. “A vítima relatou ainda que foram quebrados alguns porta-retratos e a suspeita tentou pegar os cacos de vidro para golpeá-la. A vítima relatou ainda que os suspeitos ao saírem da residência ameaçaram voltar lá para matá-la”, conforme consta na ocorrência.

Posteriormente, os agentes se deslocaram para a residência do casal, que foi conduzido para a Delegacia de Polícia Judiciária.

Por meio das redes sociais, a 6ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Mato Grosso (OAB-MT) disse que tomou conhecimento dos fatos envolvendo duas advogadas vinculadas à subseção ainda no sábado. “As advogadas não estavam no exercício profissional e os fatos se tratam de situações da vida privada”, publicou.

“A 6ª Subseção da OAB/MT está atenta aos desdobramentos das investigações e reitera que confia nos órgãos competentes para a elucidação dos fatos”, completou a nota.

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