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Imagem referente a Médica com registro profissional suspenso é presa pela Polícia Civil

Médica com registro profissional suspenso é presa pela Polícia Civil

Ela é investigada por estelionato, propaganda enganosa e comércio irregular de medicamentos para emagrecimento, praticados em condições sanitárias inadequadas e com risco à saúde das pacientes...

Publicado em

Por Fábio Wronski

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A Polícia Civil de Arapongas, no Paraná, efetuou a prisão de uma médica nesta quinta-feira (15), sob a acusação de estelionato, propaganda enganosa e comércio irregular de medicamentos para emagrecimento. Segundo as autoridades, a profissional atuava de maneira clandestina em Arapongas e Sabáudia, mesmo após a suspensão de seu registro profissional. A prisão ocorreu no município de Maringá, situado no Noroeste do Estado.

As investigações tiveram início após o registro de várias ocorrências, onde as vítimas relataram que a médica promovia tratamentos com o medicamento Tirzepatida, cuja venda é proibida no Brasil. No entanto, a profissional estaria aplicando outro medicamento, de valor e composição inferiores, sem o consentimento das pacientes. Denúncias de reutilização de seringas descartáveis e canetas injetoras também foram registradas.

Uma investigação similar contra a mesma médica está em andamento na Comarca de Colorado/PR, onde medidas cautelares foram deferidas pelo Poder Judiciário, incluindo a suspensão do exercício profissional por 90 dias.

Contudo, a Polícia Civil do Paraná obteve indícios de que a médica continuava atuando de forma clandestina nas cidades de Arapongas e Sabáudia, utilizando pessoas interpostas e promovendo a entrega de medicamentos acondicionados em seringas e enviados a domicílio.

Durante a operação, além da prisão preventiva, a polícia realizou busca e apreensão em um consultório localizado em Sabáudia, onde a médica mantinha suas atividades irregulares. O delegado Bruno Delfino Sentone informou que as investigações continuam para identificar novas vítimas, esclarecer a atuação de possíveis coautores e realizar a perícia nos materiais apreendidos.

As informações são do TN Online.

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