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Imagem referente a Namorado de jovem atropelada pode responder por homicídio, afirma promotoria

Namorado de jovem atropelada pode responder por homicídio, afirma promotoria

O promotor de Justiça responsável pelo caso, Fabrício Drummond Monteiro, explicou ao TNOnline que a denúncia atual é de lesão corporal culposa no trânsito em estado...

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Por Fábio Wronski

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A morte de Ana Carolina de Souza, de 19 anos, pode levar a uma reclassificação da acusação contra George Lucas Pereira Lins Fernandes, de 25 anos, o namorado que a atropelou e arrastou por cerca de 120 metros. O trágico incidente ocorreu em Apucarana, Paraná, no dia 15 de março deste ano, e Ana Carolina faleceu no último domingo (11), depois de 54 dias internada no Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, em Curitiba.

O promotor de Justiça responsável pelo caso, Fabrício Drummond Monteiro, explicou ao TNOnline que a denúncia atual é de lesão corporal culposa no trânsito em estado de embriaguez. Contudo, com o falecimento de Ana Carolina, o Ministério Público deve aditar a acusação. “Assim que receber o laudo de necropsia no processo, vou aditar a denúncia para homicídio culposo no trânsito em estado de embriaguez”, afirmou o promotor.

No momento do atropelamento, Ana Carolina carregava a filha de dois anos no colo, que, por sorte, não sofreu ferimentos. Devido à gravidade dos traumas, Ana Carolina foi transferida para a capital paranaense, onde permaneceu mais de 50 dias internada em estado grave.

George Lucas, alegou que não viu Ana Carolina atrás do carro ao dar marcha à ré e que não percebeu que a havia atropelado e arrastado. Atualmente, ele responde ao processo em liberdade.

A defesa de George, representada pela advogada Jakeline Aguera, afirmou que o processo segue normalmente, pois a denúncia já foi oferecida. “Agora estamos aguardando o juiz marcar a audiência. Apesar do falecimento da Ana, a causa da morte foi uma infecção generalizada causada por bactéria”, explicou a advogada. Ela acrescentou que George acompanhou a recuperação de Ana durante a internação.

O caso segue em tramitação na Vara Criminal de Apucarana.

As informações são do TN Online.

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