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Sucesso antirracista, Projeto Querino vira curso para educadores

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Por CGN

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“Enquanto eu fazia o roteiro do Projeto Querino, eu pensava muito nas amigas da minha mãe, em um bairro na periferia de Belo Horizonte, onde eu fui criado. Se elas não entendessem, não faria sentido fazer”.

A declaração resume a preocupação do jornalista Tiago Rogero em construir uma comunicação antirracista eficaz com o Projeto Querino, podcast que fez sucesso ao mostrar as engrenagens do racismo no Brasil e agora fundamentou o curso “Projeto Querino na sala de aula”, para orientar a disseminação desse conteúdo nas escolas do país.

A formação tem 30 horas de duração e é voltada a profissionais da educação que lecionam na educação básica de diferentes áreas do conhecimento e também a gestores de escolas e secretarias de educação. O lançamento foi na tarde da última quarta-feira (23), na sede da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), em Brasília.

O curso está disponível gratuitamente na página da Escola Fundação Itaú.

 

Lançamento do Projeto Querino na Sala de Aula com jornalista Tiago Querino. Daniel Fagundes/Divulgação

Ao falar para os educadores no evento, o jornalista responsável pelo podcast defendeu que “contar essa história não é um favor”, forma como a educação antirracista ainda é encarada por parte dos profissionais da educação mesmo depois de mais de 20 anos da Lei 10.639 de 9 de janeiro de 2003, que estabeleceu a obrigatoriedade da inclusão da história e cultura afro-brasileira nos curriculos esculares. Em 2008, a Lei 11.645/08 também determinou a formação dos estudantes sobre a história e a cultura indígena. 

“Me chamou bastante atenção a força que a palavra tem, a palavra do Tiago, a escolha das palavras, a cadência da voz, do texto, as conexões entre passado e presente, e como faz a gente olhar e pensar o futuro”, elogiou. “Sem eufemismos, sem dourar a pílula, e trazendo com muita verdade, com muita franqueza a nossa história, e, sobretudo, iluminando a contribuição da população negra, a despeito de todas as iniquidades”.

*colaborou Ana Carolina Alli, estagiária sob supervisão de Marcelo Brandão

Fonte: Agência Brasil

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