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O que falaram homens que mataram empresário Gilmar Chaves na empresa de Escolta Armada em Cascavel

A vítima foi chamada ao local após receber informações de que o imóvel estaria sendo alvo de assaltantes. Segundo relatos, ao chegar ao local, Chaves foi...

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Por Fábio Wronski

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O que falaram homens que mataram empresário Gilmar Chaves na empresa de Escolta Armada em Cascavel

Em uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira (25), o delegado Fabiano Mozza trouxe à luz novos detalhes sobre o homicídio que vitimou o vigilante e sócio da empresa de Escolta Armada, Gilmar Rodrigues Chaves, de 41 anos. O crime ocorreu em um imóvel da empresa localizada no Bairro, onde Chaves foi morto a tiros por dois funcionários após uma confusão no local de trabalho.

A vítima foi chamada ao local após receber informações de que o imóvel estaria sendo alvo de assaltantes. Segundo relatos, ao chegar ao local, Chaves foi baleado por dois outros funcionários da empresa. Em resposta, um grande efetivo da Polícia Militar foi deslocado para o endereço, onde foram recebidos a tiros pelos policiais, que revidaram.

Os suspeitos se trancaram no imóvel, dificultando as negociações com a polícia, que não possuía informações sobre a quantidade de reféns no local.

Após coleta de depoimentos e análise de imagens de câmeras de monitoramento, o delegado Mozza deu detalhes sobre o andamento das investigações. Segundo ele, os suspeitos foram interrogados e autuados pelos crimes de homicídio contra Chaves e tentativa de homicídio contra os policiais militares. Ambos se encontram presos na cadeia Rufo Cachadão.

O delegado relatou que um dos suspeitos, um homem de 33 anos que trabalhava na empresa há um mês, admitiu estar sob o efeito de cocaína há cinco dias. No bolso do suspeito, a polícia encontrou um cartão de crédito com resquícios de cocaína, um pino de cocaína vazio e uma bucha de aproximadamente 0,5 gramas da droga.

O outro suspeito, um homem de 51 anos que estava em seu primeiro dia de trabalho na empresa, disse que estava agitado e com paranoia de que alguém estaria tentando invadir a empresa.

A investigação ainda está em andamento e a polícia está analisando as imagens das câmeras de segurança do local para confirmar as versões dos suspeitos.

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