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Campanha ‘Junho Branco’ vai conscientizar jovens sobre cigarro eletrônico

Campanha Junho Branco poderá tratar tema com alunos da rede estadual de ensino em Cascavel...

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Por Silmara Santos

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Campanha ‘Junho Branco’ vai conscientizar jovens sobre cigarro eletrônico

Nesta quarta-feira (23), a Câmara de Vereadores de Cascavel, realizará uma reunião pública para debater o uso do cigarro eletrônico, dentro do contexto do Projeto de Lei 24 de 2025. Este projeto institui no calendário oficial do município a campanha “Junho Branco”, dedicada à conscientização, prevenção e combate ao uso de drogas lícitas e ilícitas.

A proposta legislativa, que está em conformidade com o Dia Internacional de Combate às Drogas estabelecido pela Resolução 42/112 da Organização das Nações Unidas (ONU), prevê uma série de objetivos e ações. Entre eles, a promoção de campanhas educativas e informativas sobre os malefícios do uso de drogas, o incentivo à realização de atividades de prevenção e conscientização, especialmente voltadas para crianças, adolescentes e jovens, e o fortalecimento da rede de apoio e tratamento para dependentes químicos e suas famílias.

A equipe da CGN conversou com o Vereador Hudson Moreschi (Podemos) que em conjunto com o Vereador Everton Guimarães (PMB) propôs o Projeto de Lei 24 de 2025.

“O meu gabinete, somado aos esforços do gabinete do vereador Everton, estamos propondo no município de Cascavel uma campanha de combate ao cigarro eletrônico, principalmente o uso pelos adolescentes. Inclusive, foi um trabalho iniciado por um projeto de lei conjunto que nós temos, da implantação do junho branco, que é uma agenda internacional, gostaríamos que fosse implantada em Cascavel também, por isso uma proposição de lei, em que é um mês de combate ao uso de toda e qualquer droga lícita e ilícita” .

Hudson Moreschi (Podemos)

O “Junho Branco” também tem como objetivo sensibilizar a sociedade sobre a importância do combate ao tráfico e ao uso de drogas e integrar ações entre os órgãos públicos, entidades da sociedade civil e instituições privadas para o enfrentamento do problema das drogas.

Nesse primeiro momento será tratado o uso do cigarro eletrônico que apesar de ser proibido é mais percebido entre os adolescentes e jovens.

“No ilícito entra o cigarro eletrônico, em que temos percebido hoje um grande uso por parte dos adolescentes, principalmente, de um produto que não se sabe a origem da sua produção, até por isso ele é um produto ilegal, a sua comercialização, e ainda também não se sabe as consequências do seu consumo. Então, por isso, nós estamos trabalhando uma perspectiva da prevenção com os adolescentes para sensibilizá-los do quão prejudicial é a sua saúde o cigarro eletrônico”.

Hudson Moreschi (Podemos)

Dentro da proposta, no mês de junho, poderão ser realizadas palestras, seminários e workshops sobre prevenção e tratamento do uso de drogas lícitas e ilícitas, além de campanhas publicitárias em veículos de comunicação, redes sociais e espaços públicos. Também está prevista a divulgação de serviços de apoio e tratamento disponíveis no município para dependentes químicos e suas famílias.

Nesse primeiro momento a intenção é utilizar acadêmicos do curso de medicina que são associados na IFMSA (Federação Internacional das Associações dos Estudantes de Medicina do Brasil) para auxiliar na conscientização das crianças e adolescentes sobre o tema com palestras práticas sobre o funcionamento do cigarro eletrônico e os problemas de saúde que o uso desse dispositivo pode acarretar.

“E essa campanha que nós estamos colocando aqui em prática, terá um envolvimento, além da Câmara Municipal, terá a participação de acadêmicos dos cursos de medicina, que farão toda essa sensibilização com relação aos prejuízos à saúde das pessoas, em que o público-alvo será através dos adolescentes que estão estudando nos colégios estaduais e também nos colégios particulares, em que essa proposta será colocada em discussão, em debate, para todos poderem estar aderindo”.

Hudson Moreschi (Podemos)

A Secretaria Municipal de Saúde, em conjunto com a Secretaria Municipal de Educação e a Secretaria Municipal de Assistência Social, será responsável pela coordenação das atividades do “Junho Branco”. Além disso, está autorizada a criação de um comitê intersetorial para planejar, organizar e avaliar as ações da campanha.

“Os acadêmicos de medicina, que terão um trabalho muito importante de ir até as escolas, aos colégios, sensibilizar esses alunos do quão prejudicial é o consumo. Então, não queremos aqui fazer uma campanha com relação à segurança pública ou ao comércio ilegal disso, mas sim levar um debate com relação ao prejuízo causado à saúde das pessoas do consumo do cigarro eletrônico.

Hudson Moreschi (Podemos)

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