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Botão do Pânico: nova ferramenta de segurança nas escolas do Sudoeste é apresentado em reunião

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A capacitação ocorreu no auditório da Amsop, que ficou praticamente lotado. Os profissionais da educação foram apresentados à sistemática de funcionamento do botão e à sequência de comunicação que se desenrola a partir de seu acionamento até o alerta disparado para a polícia.
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Foto: Assessoria

Por Silmara Santos

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A Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop), em parceria com a empresa de tecnologia Proc Group e a Polícia Militar da região, realizou na última terça-feira (15/04) uma capacitação para secretários municipais de Educação e diretores de escolas municipais sobre o uso do “botão do pânico”. Distribuído gratuitamente para todos os municípios da região, o dispositivo de segurança tem por objetivo proteger a comunidade escolar.

A capacitação ocorreu no auditório da Amsop, que ficou praticamente lotado. Os profissionais da educação foram apresentados à sistemática de funcionamento do botão e à sequência de comunicação que se desenrola a partir de seu acionamento até o alerta disparado para a polícia.

O presidente da Amsop e prefeito de São João, Clóvis Cuccolotto, destacou a eficácia do sistema. “Uma professora nossa lá em São João, que não acreditava nesta tecnologia, apertou o botão do pânico através do celular e, em menos de três minutos, tinham duas viaturas da polícia na escola. Então, é algo que realmente funciona”, afirmou.

Aldo Arendt, gestor da Proc Group, explicou que o projeto surgiu como resposta a ataques em escolas. “Nós entendemos que existia uma forma de fazer algo rápido e simples, dada a complexidade que é montar um edital e a urgência para proteger as nossas crianças”, disse.

O presidente da Comissão de Educação da Amsop e prefeito de Salgado Filho, Volmar Duarte, que é professor de carreira, destacou a importância do botão para a segurança escolar. “É uma iniciativa que dá segurança para a comunidade escolar. Esta tecnologia nos garante que, de forma imediata, teremos a ação e a presença da Polícia Militar quando acionada”, disse.

O tenente-coronel Rogério Pitz, comandante do 21º Batalhão da Polícia Militar de Francisco Beltrão, ressaltou que “o diferencial deste botão do pânico é que os chamados são direcionados diretamente para a base da Polícia Militar daquele município onde foi acionado o dispositivo. Ou, para a base mais próxima, permitindo que a chegada dos policiais ao local dos fatos seja muito breve”.

Com informações de Assessoria Amsop.

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