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Bolsas de NY fecham em alta com trégua tarifária de Trump; Apple avança mais de 2%

O Dow Jones subiu 0,78%, aos 40.524,79 pontos; o S&P 500 avançou 0,79%, aos 5.405,97 pontos; e o Nasdaq teve alta de 0,64%, aos 16.831,48 pontos....

Publicado em

Por Agência Estado

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As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta segunda-feira, 14, impulsionadas pela notícia de isenção tarifária para bens de consumo de tecnologia, que renovou o apetite por risco. As montadoras também ganharam força após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sinalizar apoio à transição do setor.

O Dow Jones subiu 0,78%, aos 40.524,79 pontos; o S&P 500 avançou 0,79%, aos 5.405,97 pontos; e o Nasdaq teve alta de 0,64%, aos 16.831,48 pontos. Os dados são preliminares.

Apesar do anúncio de isenção para produtos de tecnologia na sexta-feira, o presidente alertou que tarifas sobre chips podem ser anunciadas na próxima semana, indicando que o alívio para o setor pode ser temporário.

Entre as big techs, a Apple subiu 2,21%, beneficiada pela medida em relação a celulares e computadores. Segundo analistas, entre 80% e 90% dos iPhones são fabricados na China. Já a Intel subiu 2,89%, após divulgar a venda de 51% da Altera.

No setor automotivo, Ford subiu 4,07%, GM avançou 3,46% e a Stellantis ganhou 5,86%, impulsionadas por declarações de Trump de que busca “ajuda” para as montadoras. Apesar do otimismo no curto prazo, Edison Yu, do Deutsche Bank, estima que Ford e GM podem enfrentar perdas de US$ 4 bilhões a US$ 7 bilhões por ano com as tarifas.

O Goldman Sachs avançou 1,93%, com os investidores reagindo positivamente ao balanço trimestral. Nesta semana, seguem no radar os resultados de Bank of America, Johnson & Johnson e Netflix.

As ações da Palantir subiram 4,59% com notícia de que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) usaria o software de inteligência artificial da empresa para modernizar suas capacidades de combate.

No front macroeconômico, a pesquisa do Fed de Nova York mostrou que as expectativas de inflação para um ano subiram para 3,6% em março, enquanto as de longo prazo ficaram estáveis ou desaceleraram. Agora, os olhares se voltam para os discursos de dirigentes do Federal Reserve, incluindo o presidente Jerome Powell, na quarta-feira, em busca de pistas sobre os próximos passos da política monetária.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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