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Bolsas de NY fecham em alta com alívio da inflação dos EUA e resultados de bancos

O Dow Jones subiu 1,56%, aos 40.212,17 pontos; o S&P 500 avançou 1,81%, aos 5.363,36 pontos; e o Nasdaq teve alta de 2,06%, aos 16.724,46 pontos....

Publicado em

Por Agência Estado

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As bolsas de Nova York encerraram o pregão desta sexta-feira, 11, em alta, em movimento de recuperação das perdas da véspera e com bancos em foco após resultados. O JPMorgan saltou depois de resultado acima do esperado. Apesar do alívio no curto prazo, o sentimento geral segue cauteloso diante das tensões comerciais, que trouxeram nova retaliação por parte da China.

O Dow Jones subiu 1,56%, aos 40.212,17 pontos; o S&P 500 avançou 1,81%, aos 5.363,36 pontos; e o Nasdaq teve alta de 2,06%, aos 16.724,46 pontos. Os dados são preliminares. No acumulado da semana, o saldo foi positivo: o Dow Jones ganhou quase 5%, o S&P 500 subiu 5,7% e o Nasdaq avançou (7,3)%.

No setor de tecnologia, o destaque negativo foi o segmento de semicondutores, que reagiu mal ao anúncio da China de tarifas para produtos nos EUA. Texas Instruments caiu 5,8%, pressionada pelos resultados fracos nos últimos trimestre e a Intel (-0,7%) também recuou. Já Qualcomm (+3,6%) conseguiu se descolar das perdas.

A Apple subiu 4%, tentando se recuperar da forte queda recente. A ação, no entanto, acumula perda de 21% em 2025.

No setor financeiro, a temporada de balanços começou com o JPMorgan superando as expectativas e subindo 4%, mesmo após elevar provisões para perdas com crédito. Morgan Stanley e BlackRock divulgaram resultados mistos e também avançaram.

Já o ouro superou a marca de US$ 3.200 por onça-troy, impulsionando mineradoras como AngloGold (+10%), Harmony Gold (+6,5%) e Newmont (+7,9%).

Os dados econômicos do dia trouxeram certo alívio: o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) dos EUA caiu, contrariando a expectativa de alta. O núcleo do indicador também veio abaixo das projeções. Ainda assim, o índice de sentimento do consumidor da Universidade de Michigan caiu para 50,8, bem abaixo da previsão de 55, sinalizando fragilidade na confiança dos consumidores.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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