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Imagem referente a Suspeita de jogar Caramelo de ponte “mudou de rota” para enganar a polícia

Suspeita de jogar Caramelo de ponte “mudou de rota” para enganar a polícia

Após se livrar da cadela, a mulher ainda teria mudado a rota ao retornar para casa para não ser identificada em uma possível investigação....

Publicado em

Por Diego Cavalcante

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Imagem referente a Suspeita de jogar Caramelo de ponte “mudou de rota” para enganar a polícia

A história da cachorra Veneza ganhou mais um capítulo nesta terça-feira (8/4). Isso porque a Polícia Civil identificou a mulher suspeita de ter colocado a cadela em um saco plástico, com o focinho e as patas amarrados, e jogado o animal de uma ponte, em Joinville, Santa Catarina.

Após se livrar da cadela, a mulher ainda teria mudado a rota ao retornar para casa para não ser identificada em uma possível investigação.

Apesar da tentativa da mulher de despistar a polícia, o trabalho investigativo do Departamento de Investigações Criminais (DIC) de Joinville conseguiu identificar a suspeita. A partir disso, um mandado de busca e apreensão foi solicitado à Justiça e cumprido na manhã de desta terça-feira.  

Conforme a delegada Tânia Harada, a mulher teria ido até o local em uma bicicleta elétrica, jogado o animal de uma ponte no bairro Espinheiros e, em seguida, retornado para casa mudando a rota habitual. 

— O trabalho investigativo dos agentes do DIC demonstrou que após ter praticado o ato de crueldade, a mulher buscou dissimular o caminho de casa indo para outra direção. Contudo, mesmo assim foi possível identificar seu local de origem, situado no bairro Comasa, na divisa com o Espinheiros — explicou.

Após ser jogado da ponte, o cão foi encontrado por pessoas que passavam no local e resgatado, o que evitou a morte do animal, apontou a Polícia Civil. Sendo uma fêmea, a cachorra foi batizada de Veneza. Depois do resgate ela foi encaminhada ao médico veterinário no Centro de Bem Estar Animal (CBEA) de Joinville, destinada a um lar temporário e está bem.

A bicicleta elétrica e a cesta possivelmente usadas no crime foram apreendidas durante a ação realizada pela DIC nesta terça-feira. Outros elementos que podem auxiliar na investigação também foram recolhidos pelos policiais.

Segundo a delegada, a suspeita e eventuais comparsas serão indiciados pelo crime de maus-tratos a animal doméstico, cuja pena varia entre 2 a 5 anos de reclusão. Casos como este podem ser denunciados pelo telefone 181.

Com informações do NSC Total

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