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Imagem referente a Cães farejadores auxiliam em operação que prende 22 suspeitos de tráfico no Paraná
Foto: PCPR

Cães farejadores auxiliam em operação que prende 22 suspeitos de tráfico no Paraná

Cerca de 80 policiais civis e militares participaram da operação, que também teve a atuação de cães farejadores para aumentar a eficácia das buscas...

Publicado em

Por Silmara Santos

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Imagem referente a Cães farejadores auxiliam em operação que prende 22 suspeitos de tráfico no Paraná
Foto: PCPR

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 22 pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas em Ortigueira. A ação contou com o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e foi deflagrada manhã desta sexta-feira (4) simultaneamente nas cidades de Ortigueira, Telêmaco Borba, Londrina e Foz do Iguaçu. 

Cerca de 80 policiais civis e militares participaram da operação, que também teve a atuação de cães farejadores para aumentar a eficácia das buscas.

Das prisões realizadas, dezenove foram por mandado de prisão preventiva e três ocorreram em flagrante por tráfico de drogas e posse de arma de fogo. Quatro pessoas que eram alvos de mandados de prisão não foram localizadas e são consideradas foragidas.

Conforme o delegado da PCPR João Paulo Martins, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram apreendidas armas de fogo, munições, balança de precisão e celulares, além de grande quantidade em dinheiro e porções de maconha e cocaína.

INVESTIGAÇÃO – A primeira fase da operação foi deflagrada em julho de 2024 e resultou na prisão de nove pessoas e na coleta de diversos elementos de prova que permitiram a continuidade das investigações.

“Foi possível constatar que vários membros seguiram com as práticas delituosas. Também identificamos outros membros desta organização, sendo o grupo responsável pela distribuição de entorpecentes no município de Ortigueira”, explica.

Segundo as investigações, pessoas ligadas ao grupo agiam com violência e chegaram a praticar homicídios para intimidar e manter o monopólio do tráfico de drogas na cidade.

“O grupo só autorizava que os traficantes locais revendessem a droga para o consumidor final se fosse adquirida deles, inclusive praticaram dois homicídios por essa razão”, completa.

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