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Imagem referente a Fraudes em laudos periciais: Gaeco cumpre mandados em Foz do Iguaçu e Naviraí
Foto: SESP PR

Fraudes em laudos periciais: Gaeco cumpre mandados em Foz do Iguaçu e Naviraí

A ação, que investiga fraudes em laudos periciais e liberação irregular de veículos apreendidos, resultou na execução de seis mandados de busca e apreensão domiciliar, pessoal e veicular em Foz do Iguaçu e Naviraí (MS)...

Publicado em

Por Silmara Santos

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Imagem referente a Fraudes em laudos periciais: Gaeco cumpre mandados em Foz do Iguaçu e Naviraí
Foto: SESP PR

O Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio do núcleo de Foz do Iguaçu do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com a Corregedoria-Geral da Polícia Civil do Paraná e o Gaeco do Mato Grosso do Sul, deflagrou na manhã de terça-feira, 1º de abril, a Operação Ubiquidade. A ação, que investiga fraudes em laudos periciais e liberação irregular de veículos apreendidos, resultou na execução de seis mandados de busca e apreensão domiciliar, pessoal e veicular em Foz do Iguaçu e Naviraí (MS).

Os mandados também foram cumpridos no Setor de Veículos da 6ª Subdivisão Policial de Foz do Iguaçu, na Unidade Regional de Perícia e Identificação de Naviraí, vinculada à Polícia Científica do Mato Grosso do Sul, e na sede de uma empresa de recuperação de veículos em Foz do Iguaçu. Os locais estão associados a três investigados: um agente da Polícia Judiciária do Paraná, um perito da Polícia Científica do Mato Grosso do Sul e um empresário do setor de recuperação de veículos.

A investigação, conduzida pelo Núcleo Regional do Gaeco de Foz do Iguaçu, teve início em junho de 2023. O objetivo era averiguar possíveis inconsistências e fraudes em laudos periciais elaborados pelo perito chefe da Unidade Regional de Perícia e Identificação de Naviraí. De acordo com as apurações iniciais, esses laudos estariam sendo usados para a liberação ilegal de veículos apreendidos em diversas cidades do Paraná, especialmente em Foz do Iguaçu, por meio de documentos falsos e recebimento de informações privilegiadas supostamente repassadas por agentes públicos.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Foz do Iguaçu. A ação visava o recolhimento de celulares, equipamentos eletrônicos, documentos – especialmente laudos com indícios de irregularidades ou fraudes -, valores em espécie e objetos ilícitos em posse dos investigados.

O Núcleo Regional do Gaeco em Foz do Iguaçu continua a receber informações e denúncias relacionadas a este caso ou outros de sua competência.

Com informações do Ministério Público.

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