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Câmbio flutuante dá ‘tranquilidade’ a gerenciamento de reservas, afirma diretor do BC

“Nesse momento eu entendo que as reservas estão em níveis confortáveis com essa política, ali tem tranquilidade, os poucos momentos onde eu tenho tranquilidade ali é...

Publicado em

Por Agência Estado

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O diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, disse nesta segunda-feira, 31, que o regime de câmbio flutuante dá “tranquilidade” para o gerenciamento das reservas internacionais. Em um evento online do Itaú, ele afirmou que as reservas estão em um bom nível, e não há razão para aumentar o colchão.

“Nesse momento eu entendo que as reservas estão em níveis confortáveis com essa política, ali tem tranquilidade, os poucos momentos onde eu tenho tranquilidade ali é por conta disso”, afirmou o diretor.

Indagado sobre a composição, David disse que a maior parte das reservas está em dólares porque esse colchão tem de estar na moeda dos passivos esperados, seja das empresas ou do governo. “Por hora, o dólar ainda é a moeda majoritária dos nossos passivos externos e também a moeda majoritária dos nossos termos de troca”, explicou.

O diretor ponderou, no entanto, que a composição das reservas pode ser atualizada ao longo do tempo, por decisão da diretoria colegiada. “O que vai nos pautar é a evolução do mercado internacional em termos de troca, se vai ou não alterar a moeda de troca”, afirmou.

Intervenções

Nilton David disse também que a autarquia usa diferentes instrumentos para intervir no mercado de câmbio, a depender da disfuncionalidade observada. Os swaps cambiais endereçam disfuncionalidades no mercado de derivativos, e as intervenções à vista, no mercado spot.

“O objetivo do Banco Central é ser o mais eficaz possível, para ser o mais cirúrgico possível, para endereçar a questão diretamente aos participantes onde o mercado viu essa disfuncionalidade”, comentou ele.

Para o diretor, as oscilações recentes vistas no cupom cambial do Brasil estão em linha com a volatilidade dos mercados à vista e futuro.

David explicou que o BC observa o cupom como um indicador de qual é o custo para aportar recursos no Brasil.

Impulso fiscal

No mesmo evento, o diretor repetiu que a autarquia não projeta o impulso fiscal futuro nos seus modelos. “Não existe uma variável dummy para colocar surpresas, isso também é capturado da mesma forma que o câmbio”, afirmou.

Pouco antes, David explicou que o BC não projeta variação futura do câmbio, que é obtida olhando as expectativas de inflação do Focus.

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